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Bastidores

24/09/2020 05h00
Por: Redação
Depois de ensaiar rompimento com Heli Andrade e Franco Gomes, Dutra celebra o retorno a candidatura de vereador - Foto: Divulgação
Depois de ensaiar rompimento com Heli Andrade e Franco Gomes, Dutra celebra o retorno a candidatura de vereador - Foto: Divulgação

IOIO

O pré-candidato a prefeito pelo MDB Luiz Humberto Dutra, após ser rifado dentro do partido, e ter anunciado que não concorrera a reeleição para vereador. Foi convencido pelo prefeito Paulo Piau e pelo secretário de Governo Rodrigo Vieira a retornar como candidato a vereador pelo MDB.

 

DIA DO FICO

A negociação do incentivo para que Dutra voltasse a ser candidato perdurou por 48 horas, depois de várias concessões e ajudas. Dutra assumiu a candidatura a vereador novamente pelo MDB.

 

LÍDER DA RESISTÊNCIA

O vereador Luiz Humberto Dutra (MDB) era um dos dissidentes do MDB que estava mobilizando o grupo que não apoiará Heli Andrade (PSL), levando todos para a campanha de Tony Carlos (PTB). Muitos de seus seguidores ficaram na bronca, sentindo que foram usados para Dutra fazer o acordo para reeleger vereador.

 

JOGOU A TOALHA

A empresária Kênia Borges (PSD) rompeu com o PSD, desistindo de ser candidata a vereadora, sustentando a falta de apoio do partido as candidatas e diversos outros candidatos a vereador.

 

DEU GRITO

Segundo Kênia Borges, todos os pré-candidatos são degraus para o vereador Ismar Marão (PSD), e que o rio só vai correr para Ismar, fazendo menção ao fundo partidário, e as negociações de bastidores.

 

COORDENAÇÃO MULHER

Ainda, na data de ontem, Kênia Borges hipotecou apoio a candidatura de Tony Carlos (PTB), integrando a coordenação do Grupo de Mulheres Pró Tony.

 

DEBANDADA DO PSD

O efeito Kênia Borges no PSD poderá levar mais 4 mulheres desistirem de suas candidaturas, todas têm o mesmo sentimento. A desistência das 4 mulheres contribuirá para tirar mais 8 homens da chapa.

 

DESMONTE

A tropa de choque da prefeitura foi acionada para efetuar o desmanche das chapas de vereadores do PSDB e do PDT, segundo informações dos corredores da prefeitura, a ordem e eliminar a possibilidade de representação na câmara municipal.

 

NA ESCUTA

O empresário J. Júnior (PTB) ao terminar suas ligações, sempre despede cordialmente da outra pessoa, e em seguida manda um abraço para o vereador Ismar Marão, sustentando que suas ligações estão sendo monitoradas. Será?

 

PRO FRANGO GOMES

Articuladores políticos sustentam que a coordenação dos candidatos a vereador entregue a Rodrigo Mateus é uma forma de tentar aproximar todos os pré-candidatos, para servirem de base de apoio a Franco em 2022.

 

VOLTANDO PARA CÂMARA

Lideranças do bairro Boa Vista mobilizam para eleger o ex-vereador Afrânio Lara para a Câmara. Depois da saída de Afrânio o bairro foi abandonado pelo Legislativo.

 

OUTRO MINISTÉRIO

Ontem, durante o segundo dia de votações semipresenciais, o plenário do Senado aprovou a Medida Provisória 980/2020, que recriou o Ministério das Comunicações. O texto segue para sanção presidencial. Em junho deste ano, sob o comando do ministro Fábio Faria (PSD), a pasta voltou ao mapa da Esplanada dos Ministérios a partir do desmembramento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, por medida provisória.

 

BUSCA E APREENSÃO

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) cumpriu na manhã de ontem mandados de busca e apreensão em empresas e na casa de pessoas envolvidas com a construção da Cidade Administrativa, sede do governo de Minas Gerais. A suspeita é de superfaturamento. De acordo com o MPMG, os envolvidos são investigados e acusados de peculato, corrupção, lavagem de dinheiro, cartel, corrupção, e fraude na licitação durante a construção.

 

GILMAR MENDES

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou ontem a suspensão de duas ações penais contra Alexandre Baldy, secretário licenciado dos Transportes Metropolitanos do governo João Doria (PSDB) em São Paulo. O magistrado apontou haver indícios de que o juiz Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato no Rio de Janeiro, não deveria ser o responsável por conduzir os casos.

 

SANCIONADO

Ontem, foi sancionada pelo governador Romeu Zema, a Lei 23.686 de 22 de setembro de 2020, que suspende o fim dos contratos temporários no Estado de Minas Gerais. De autoria do deputado Raul Belém (PSC), o Projeto de Lei (PL) 1841/2020 tinha o objetivo de suspender do término dos contratos temporários das áreas da saúde, educação, segurança pública, defesa social, vigilância, assistência social e meio ambiente, vigentes pela Lei 18.185 de 4/6/2009 e que estavam com o prazo de prorrogação em fase final. Agora, esses contratos serão estendidos até o mês de fevereiro de 2021, independentemente do período que durar o estado de calamidade para o combate do coronavírus.

 

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