Artigo

Julio Franco

Professor universitário, comentarista político e econômico

Reflexões

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29/09/2020 05h00
Por: Redação

Sendo Franco, a coisa pública, é a vez.

Segundo os mais entendidos e preparados em política, o Brasil, mostra a sua cara, a sua vez e hora. As eleições municipais, são calorosas, são impactantes, são de função, forma, e contornos muito peculiares. O eleitor está de frente com o provável futuro prefeito ou vereador. Iniciamos a caça aos votos, aquilo que é mais tosco em educação, enche as nossas caixas de e-mail, entope os nossos celulares de mídias pobres com um português ruim. Algo muito próximo ao que temos visto nos últimos anos. De fato, a coisa pública precisa e deve ser coordenada por pessoas preparadas, gabaritadas, com senso de sociedade e democracia que fizeram do nosso Aristóteles, tão feliz em seus pensamentos. Notamos em nossa cidade algumas sui generis, e.g.vereadores que aparecem a cada 3,9 anos, ou deputados estaduais que desistem de seus cargos legislativos para tentar ser prefeito; a forma da política, de exemplos isto nada é, pois, existem em todas as cidades quase algo semelhante, hehehehe. Por se falar em coisa pública, que de fato é pública por uma convenção, pois, tudo que é público tem custo sim.

Nada é de graça, a coisa pública, precisa ser compreendida, e como vamos conseguir aprender algo se não sabemos ler, não possuímos o mínimo senso intelectual de conversar, somos entregues a sorte do acaso, daqueles que mal e porcamente, escrevem os seus nomes. A estes, entregamos a responsabilidade de decidir as leis, digo isto para o legislativo municipal. Notamos nos últimos dias o melhor dos mundos, uma enxurrada de falsas promessas, um imbróglio de candidatos a prefeito, uma narrativa que fica impossível ao menor entendimento, porque ambos podem falar a verdade ou não, todavia, em suas narrativas. De nada vale, haver aproximadamente 500 candidatos a vereador, quando desta população, pouco mais de 50 pessoas, sabem o que é política. É uma histeria, uma infundada maneira de querer a qualquer custo garantir o voto da tia, do primo e do amigo da pelada. Quando aterrissamos no campo das ideias então, seria um sufrágio, querer que estes auto intitulados sabichões, estão preparados para poder elaborar alguma lei que de fato, tenha legitimidade, propriedade e amparo social em suas vertentes primárias.

Diante disto tudo o #fiqueemcasa dos vereadores e prefeitos, agora, passa a ser #seguindoasorientações e viva a aglutinação, viva os abraços, que venham os pastéis, aqueles velhos conhecidos de toda a sociedade. A Europa, está diante do medo de um novo fechamento, a conduta isolacionista fez que as nossas economias se quebrassem, se não fosse o Governo Federal, injetar dinheiro direto na economia, com a maior transferência de renda direta já vista no país, estaríamos na miséria. Isto porque um imbecil útil, foi colocado como ministro da saúde, e falava que teríamos de 2 a 3milhões de mortos pelo vírus da China. Muito respeito aos familiares que tiveram as suas perdas, mas, a catástrofe anunciada, serviu apenas para enriquecimento ilícito de empresas que fornecem produtos e serviços, e governadores, aliás, teve governador colocado pra fora, e.g. da cidade do Rio de Janeiro. Retornando a nossa boa e palatável leitura, a hora é do novo, da pessoa que tem valor, que não pertence a velha guarda asquerosa, repugnante e sombria; dando vez e voz ao novo.

Mas, não caia no engodo do novo de mentira. Atenção aos auto intitulados presidentes de classistas e paraquedistas, aos vereadores atuais e das antigas, que nunca fizeram nada ou quase, os que sobem em muros, sobrados e vivem a gritar e seus discípulos. Posto isto, agradecemos ao veículo e nobre editor, deixando sugestão de pensar muito bem na sua escolha por pessoa que tenha preparo, não se deixe levar por falsianes, estes podem fazer a gentileza, de colocar os seus pijamas e a estes, nós desejamos #fiquememcasaprasempre. Serve aos presidentes de autarquias que também nunca fizeram, não é privilégio de nenhuma cidade, é infelicidade de muitas.

 

Julio Franco – Professor universitário, comentarista político e econômico.

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