Saúde

Outubro Rosa: mês de conscientização do câncer de mama

Especialista orienta sobre os cuidados que devem ser tomados para prevenir a doença

01/10/2020 05h00
Por: Redação

Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), revelam que o câncer de mama é o que mais atinge as mulheres no Brasil. Só em 2019 foram estimados quase 60 mil novos casos. Por conta dos números alarmantes, o mês de outubro foi escolhido, em todo o mundo, como o período de conscientização para a prevenção e diagnóstico desse tipo da doença, incentivando o diálogo e ampla divulgação das informações relacionadas ao tema. 

O médico mastologista Renato Antônio Mourão, da RN Saúde/Hapvida, alerta sobre a importância de se realizar o diagnóstico o quanto antes. Para isso, o especialista dá algumas dicas sobre como reconhecer possíveis sinais que devem acender um alerta no paciente. “O principal sinal ou sintoma é o nódulo da mama. Esse nódulo, na maioria dos casos, é benigno, mas é muito difícil a paciente diferenciar, por isso a importância de consultar um especialista. Mas existem outras formas de apresentação do câncer de mama, entre elas a secreção sanguinolenta no peito, que é uma descarga espontânea. Outra alteração que ela pode apresentar é um inchaço na mama associado à vermelhidão, o que conhecemos como carcinoma inflamatório, uma forma muito agressiva do câncer de mama. Existe também a possibilidade de uma retração da mama em algum quadrante ou área específica, ou até mesmo o surgimento das ínguas embaixo do braço (linfonodo)”, explica.

Para além dos sintomas apresentados, o fator genético também é muito importante no processo de diagnóstico precoce. Por esse motivo, o mastologista destaca a importância de se conhecer o histórico familiar relacionado à doença, além de apresentar alguns possíveis hábitos que estão associados ao desenvolvimento desse tipo de câncer. “Antecedente familiar aumenta a chance da pessoa ter câncer de mama, principalmente se ela tiver uma mutação familiar. Dentro dessas mutações, a dos genes BRCA1 e BRCA2 são as mais associadas ao câncer de mama. Pacientes que apresentam essa mutação têm um risco, durante toda a vida, de até 80% de desenvolvimento do câncer de mama. Então toda paciente que tem antecedente familiar [da doença] precisa fazer esse teste genético. Além disso, a doença está muito associada aos fatores comportamentais, como obesidade, tabagismo e o uso de hormônios - principalmente na pós-menopausa, por mais de cinco anos. Mulheres que não tiveram filhos ou tiveram a primeira gravidez depois dos 30 anos também têm um risco maior”.

Apesar de ser uma doença grave, quando diagnosticada nos estágios iniciais a chance de cura é ainda maior. Pensando nisso, o médico conscientiza a população sobre as formas de prevenção e tratamento que são oferecidos ao paciente. “O câncer de mama, diferente do câncer de colo, não possui uma prevenção primária, porque não existem lesões precursoras, que são aquelas que vão evoluindo até virar câncer. Então nós falamos em uma prevenção secundária, que é o diagnóstico o mais precoce possível, para que possamos fazer um tratamento mais conservador e menos agressivo, proporcionando uma taxa de cura bem elevada. A forma de prevenção é a realização de mamografia anual a partir dos 40 anos. Aquela mulher que faz o rastreamento do câncer de mama anual (ou semestral, dependendo do padrão) geralmente identifica a doença no estágio inicial, apresentando tratamento muito mais simples. Nem sempre existe a necessidade de fazer quimioterapia ou radioterapia”, esclarece Mourão.

Sobre a mamografia, o médico destaca a importância de apresentar as informações corretas referentes ao exame. Alguns mitos, como o risco da radiação, são constantemente veiculados mas não procedem nesses casos, assim como em muitos outros. “A dose de radiação da mamografia é muito pequena. Para que desenvolva um câncer de tireóide, nestes casos, você deveria fazer mais de 10 exames por ano. Então ele é muito seguro e é o único que ainda hoje consegue detectar as formas mais iniciais do câncer de mama. O exame é imprescindível e é o melhor que temos até hoje para o diagnóstico precoce, proporcionando um melhor tratamento e altas taxas de cura para o paciente”, finaliza. 

Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), revelam que o câncer de mama é o que mais atinge as mulheres no Brasil. Só em 2019 foram estimados quase 60 mil novos casos. Por conta dos números alarmantes, o mês de outubro foi escolhido, em todo o mundo, como o período de conscientização para a prevenção e diagnóstico desse tipo da doença, incentivando o diálogo e ampla divulgação das informações relacionadas ao tema. 

O médico mastologista Renato Antônio Mourão, da RN Saúde/Hapvida, alerta sobre a importância de se realizar o diagnóstico o quanto antes. Para isso, o especialista dá algumas dicas sobre como reconhecer possíveis sinais que devem acender um alerta no paciente. “O principal sinal ou sintoma é o nódulo da mama. Esse nódulo, na maioria dos casos, é benigno, mas é muito difícil a paciente diferenciar, por isso a importância de consultar um especialista. Mas existem outras formas de apresentação do câncer de mama, entre elas a secreção sanguinolenta no peito, que é uma descarga espontânea. Outra alteração que ela pode apresentar é um inchaço na mama associado à vermelhidão, o que conhecemos como carcinoma inflamatório, uma forma muito agressiva do câncer de mama. Existe também a possibilidade de uma retração da mama em algum quadrante ou área específica, ou até mesmo o surgimento das ínguas embaixo do braço (linfonodo)”, explica.

Para além dos sintomas apresentados, o fator genético também é muito importante no processo de diagnóstico precoce. Por esse motivo, o mastologista destaca a importância de se conhecer o histórico familiar relacionado à doença, além de apresentar alguns possíveis hábitos que estão associados ao desenvolvimento desse tipo de câncer. “Antecedente familiar aumenta a chance da pessoa ter câncer de mama, principalmente se ela tiver uma mutação familiar. Dentro dessas mutações, a dos genes BRCA1 e BRCA2 são as mais associadas ao câncer de mama. Pacientes que apresentam essa mutação têm um risco, durante toda a vida, de até 80% de desenvolvimento do câncer de mama. Então toda paciente que tem antecedente familiar [da doença] precisa fazer esse teste genético. Além disso, a doença está muito associada aos fatores comportamentais, como obesidade, tabagismo e o uso de hormônios - principalmente na pós-menopausa, por mais de cinco anos. Mulheres que não tiveram filhos ou tiveram a primeira gravidez depois dos 30 anos também têm um risco maior”.

Apesar de ser uma doença grave, quando diagnosticada nos estágios iniciais a chance de cura é ainda maior. Pensando nisso, o médico conscientiza a população sobre as formas de prevenção e tratamento que são oferecidos ao paciente. “O câncer de mama, diferente do câncer de colo, não possui uma prevenção primária, porque não existem lesões precursoras, que são aquelas que vão evoluindo até virar câncer. Então nós falamos em uma prevenção secundária, que é o diagnóstico o mais precoce possível, para que possamos fazer um tratamento mais conservador e menos agressivo, proporcionando uma taxa de cura bem elevada. A forma de prevenção é a realização de mamografia anual a partir dos 40 anos. Aquela mulher que faz o rastreamento do câncer de mama anual (ou semestral, dependendo do padrão) geralmente identifica a doença no estágio inicial, apresentando tratamento muito mais simples. Nem sempre existe a necessidade de fazer quimioterapia ou radioterapia”, esclarece Mourão.

Sobre a mamografia, o médico destaca a importância de apresentar as informações corretas referentes ao exame. Alguns mitos, como o risco da radiação, são constantemente veiculados mas não procedem nesses casos, assim como em muitos outros. “A dose de radiação da mamografia é muito pequena. Para que desenvolva um câncer de tireóide, nestes casos, você deveria fazer mais de 10 exames por ano. Então ele é muito seguro e é o único que ainda hoje consegue detectar as formas mais iniciais do câncer de mama. O exame é imprescindível e é o melhor que temos até hoje para o diagnóstico precoce, proporcionando um melhor tratamento e altas taxas de cura para o paciente”, finaliza. 

Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), revelam que o câncer de mama é o que mais atinge as mulheres no Brasil. Só em 2019 foram estimados quase 60 mil novos casos. Por conta dos números alarmantes, o mês de outubro foi escolhido, em todo o mundo, como o período de conscientização para a prevenção e diagnóstico desse tipo da doença, incentivando o diálogo e ampla divulgação das informações relacionadas ao tema. 

O médico mastologista Renato Antônio Mourão, da RN Saúde/Hapvida, alerta sobre a importância de se realizar o diagnóstico o quanto antes. Para isso, o especialista dá algumas dicas sobre como reconhecer possíveis sinais que devem acender um alerta no paciente. “O principal sinal ou sintoma é o nódulo da mama. Esse nódulo, na maioria dos casos, é benigno, mas é muito difícil a paciente diferenciar, por isso a importância de consultar um especialista. Mas existem outras formas de apresentação do câncer de mama, entre elas a secreção sanguinolenta no peito, que é uma descarga espontânea. Outra alteração que ela pode apresentar é um inchaço na mama associado à vermelhidão, o que conhecemos como carcinoma inflamatório, uma forma muito agressiva do câncer de mama. Existe também a possibilidade de uma retração da mama em algum quadrante ou área específica, ou até mesmo o surgimento das ínguas embaixo do braço (linfonodo)”, explica.

Para além dos sintomas apresentados, o fator genético também é muito importante no processo de diagnóstico precoce. Por esse motivo, o mastologista destaca a importância de se conhecer o histórico familiar relacionado à doença, além de apresentar alguns possíveis hábitos que estão associados ao desenvolvimento desse tipo de câncer. “Antecedente familiar aumenta a chance da pessoa ter câncer de mama, principalmente se ela tiver uma mutação familiar. Dentro dessas mutações, a dos genes BRCA1 e BRCA2 são as mais associadas ao câncer de mama. Pacientes que apresentam essa mutação têm um risco, durante toda a vida, de até 80% de desenvolvimento do câncer de mama. Então toda paciente que tem antecedente familiar [da doença] precisa fazer esse teste genético. Além disso, a doença está muito associada aos fatores comportamentais, como obesidade, tabagismo e o uso de hormônios - principalmente na pós-menopausa, por mais de cinco anos. Mulheres que não tiveram filhos ou tiveram a primeira gravidez depois dos 30 anos também têm um risco maior”.

Apesar de ser uma doença grave, quando diagnosticada nos estágios iniciais a chance de cura é ainda maior. Pensando nisso, o médico conscientiza a população sobre as formas de prevenção e tratamento que são oferecidos ao paciente. “O câncer de mama, diferente do câncer de colo, não possui uma prevenção primária, porque não existem lesões precursoras, que são aquelas que vão evoluindo até virar câncer. Então nós falamos em uma prevenção secundária, que é o diagnóstico o mais precoce possível, para que possamos fazer um tratamento mais conservador e menos agressivo, proporcionando uma taxa de cura bem elevada. A forma de prevenção é a realização de mamografia anual a partir dos 40 anos. Aquela mulher que faz o rastreamento do câncer de mama anual (ou semestral, dependendo do padrão) geralmente identifica a doença no estágio inicial, apresentando tratamento muito mais simples. Nem sempre existe a necessidade de fazer quimioterapia ou radioterapia”, esclarece Mourão.

 

 

Sobre a mamografia, o médico destaca a importância de apresentar as informações corretas referentes ao exame. Alguns mitos, como o risco da radiação, são constantemente veiculados mas não procedem nesses casos, assim como em muitos outros. “A dose de radiação da mamografia é muito pequena. Para que desenvolva um câncer de tireóide, nestes casos, você deveria fazer mais de 10 exames por ano. Então ele é muito seguro e é o único que ainda hoje consegue detectar as formas mais iniciais do câncer de mama. O exame é imprescindível e é o melhor que temos até hoje para o diagnóstico precoce, proporcionando um melhor tratamento e altas taxas de cura para o paciente”, finaliza. 

 

Ação de conscientização

Como forma de conscientização, a RN Saúde/Hapvida – realizará a entrega de bottons e contar com o apoio dos colaboradores vestidos com a cor rosa na próxima sexta (02), em apoio à causa. O tradicional laço rosa da campanha também será distribuído às pacientes que buscam as unidades, além da realização de palestras e bate-papos que conscientizem a sociedade.

Como forma de conscientização, a RN Saúde/Hapvida – realizará a entrega de bottons e contar com o apoio dos colaboradores vestidos com a cor rosa na próxima sexta (02), em apoio à causa. O tradicional laço rosa da campanha também será distribuído às pacientes que buscam as unidades, além da realização de palestras e bate-papos que conscientizem a sociedade.

Como forma de conscientização, a RN Saúde/Hapvida – realizará a entrega de bottons e contar com o apoio dos colaboradores vestidos com a cor rosa na próxima sexta (02), em apoio à causa. O tradicional laço rosa da campanha também será distribuído às pacientes que buscam as unidades, além da realização de palestras e bate-papos que conscientizem a sociedade.

 

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