Coluna

Política

Senador Carlos Viana

Carlos Alberto Dias Viana

Carlos Alberto Dias VianaCarlos Viana é um jornalista e político brasileiro, filiado ao PSD e atualmente senador por Minas Gerais.

04/10/2020 05h00
Por: Redação

 

Boa conversa

A bancada mineira se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro, na última quarta-feira (30). Fui o único senador presente. Na pauta:  uma boa conversa!

 

Desafios da Reforma Tributária

As discussões sobre a Reforma Tributária devem voltar após as eleições deste ano. No entanto, o relacionamento conturbado entre o presidente da Câmara e o ministro da Economia, poderá ser um empecilho para que a votemos ainda neste ano.  Tramitam no Congresso três propostas: Uma da Câmara (PEC 45), uma do Senado (PEC 110) e a do Governo Federal. Todas elas extinguem ou juntam impostos com o objetivo de desburocratizar o complexo sistema tributário brasileiro. É unânime que não poderá ocorrer aumento de impostos. No entanto, acredito que devemos debater a inclusão do chamado “Imposto Digital”. Com ele, seríamos mais justos com os brasileiros. Ele incidiria sobre movimentação no cartão de débito e crédito. Quem ganha mais, paga mais.  O uso dos cartões consegue mostrar a real capacidade financeira das pessoas.

 

Sem prejuízo 

Aprovamos no Senado Federal um projeto que suspende, apenas durante a pandemia, as dívidas de clube de futebol no âmbito do Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut). É preciso lembrar que não há uma anistia. Os clubes, assim que acabar a pandemia, voltarão a pagar as suas dívidas com a incidência de juros. Ou seja, não haverá prejuízo ao contribuinte. Precisamos pensar no futebol não somente dentro de campo. Ele movimenta bilhões de reais, estimula o turismo e gera milhares de empregos. O futebol é um segmento importante na economia brasileira e devemos preservá-lo.

 

Punição mais rigorosa

O presidente Bolsonaro sancionou, na última semana, uma lei que aumenta a punição às empresas controladoras de barragens e que, eventualmente,  cometam crimes. Multas mais pesadas, maior rigor na fiscalização, proibição de construção de barragens no modelo “a montante”, como a de Brumadinho e um prazo até 2022 para a desativação de barragens deste modelo. Tudo o que defendi, quando fui relator da CPI de Brumadinho, no ano passado. É uma forma de tornar o setor de mineração mais seguro, para quem trabalha nele e para quem vive perto de barragens, e preservar este importante segmento da economia mineira e brasileira. Ótima notícia aos brasileiros. 

 

Nenhumcomentário
500 caracteres restantes.
Seu nome
Cidade e estado
E-mail
Comentar
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas.
Mostrar mais comentários