Agronegócio

Cultura da soja ganha primeiro multissítio biológico no combate à ferrugem asiática da soja

Além da proteção da parte aérea da planta, esta tecnologia proporciona aumento no rendimento da cultura

07/10/2020 05h00
Por: Redação

 

A partir deste mês, os produtores de soja podem contar com o maior

aliado para o controle da ferrugem asiática da soja: o Bio-Imune,

fungicida e bactericida biológico da linha Biovalens do Grupo Vittia. O

multissítio biológico possui uma formulação inovadora e

superconcentrada, que atua diretamente na parte aérea das plantas,

realizando ampla proteção e fortalecendo seu crescimento. Como

resultado, o produto melhora a sanidade e a qualidade da lavoura de

soja.

 

Atualmente, a ferrugem asiática da soja é considerada uma das

principais doenças da cultura, principalmente, por ser encontrada em

quase todas as regiões do país e por seu potencial de dano. O fungo

causador desta doença, _Phakopsora pachyrhizi,_ provoca a desfolha

precoce, interferindo na formação das vagens e enchimento de grãos e,

como consequência, reduzindo a produtividade da lavoura.

 

De acordo com Cibele Medeiros, Gerente de Desenvolvimento de Mercado do

Grupo Vittia, a autorização do Ministério da Agricultura, Pecuária e

Abastecimento (MAPA) para a aplicação do Bio-Imune no controle da

ferrugem representa uma importante conquista para o agronegócio

brasileiro. "Ele é o primeiro e único defensivo biológico com ação

comprovada - e agora registrado contra esse patógeno que acarreta em

grandes prejuízos para o setor no país", afirma.

 

O Bio-Imune foi desenvolvido a partir do isolado BV02 da bactéria

_Bacillus subtilis_. Sua formulação possui endósporos de BV02 e seus

metabólitos, como exemplo as enzimas e lipopeptídeos surfactina,

iturina e fengicina. Tais metabólitos atuam indiretamente pela

ativação de mecanismos de defesa da planta, e diretamente inibindo a

germinação de esporos de _Phakopsora pachyrhizi_. O endósporo de

BV02, quando aplicado nas plantas, germina e coloniza a superfície das

folhas, formando um biofilme rico nestes lipopeptídeos e enzimas que

protegem as plantas contra patógenos. Por ser um multissítio

biológico, ou seja, possuir vários mecanismos de ação, o Bio-Imune

contribui significativamente no manejo de resistência da _Phakopsora

pachyrhizi._

 

Um ponto importante é que por possuir endósporos do isolado BV02, que

são extremamente resistentes às variações ambientais, a aplicação

de Bio-Imune é recomendada em todas as regiões produtoras de soja do

Brasil.

 

O fungicida e bactericida biológico da Grupo Vittia é um produto que

vai além da proteção das plantas. Por contar com a biossíntese de

compostos promotores de crescimento vegetal em seu processo exclusivo de

produção, Bio-Imune estimula o maior desenvolvimento da cultura até o

enchimento de grãos, resultando em maior produtividade para a lavoura.

Além disso, contribui para a diminuição do uso de defensivos de alta

toxidade na soja e reduz a exposição dos técnicos e produtores aos

pesticidas químicos.

 

Para o Grupo Vittia, Inovação e Compromisso com o Meio Ambiente são

valores fundamentais. A criação e desenvolvimento desse multissítio

biológico, além de ser uma tecnologia exclusiva, contribui com a

ausência de resíduos no produto final e um risco muito pequeno de

poluição ao solo, ao ar ou a água. Assim, colocando em exercício

suas políticas de melhores práticas ambientais, sociais e de

governança - ESG, o Grupo evidencia a sua estratégia de crescimento

para os próximos anos.

 

"O Bio-Imune terá um papel fundamental na ampliação do controle da

ferrugem asiática de soja no país. Os produtores contam com uma

ferramenta inovadora e diferenciada que alia a ampla proteção da

planta à produtividade da lavoura e a conservação do meio ambiente",

define Cibele. O produto possui carência zero e flexibilidade de

aplicação, podendo ou não ser associada aos defensivos químicos.

 

Lançado no início de 2019, o Bio-Imune possui o registro para o

controle de dez patógenos que causam doenças em diferentes culturas em

todo o país. Ele também foi o primeiro fungicida e bactericida

biológico registrado para o controle da antracnose (_Colletotrichum

truncatum_), doença que afeta a fase inicial da formação das vagens

de culturas como soja e feijão. Com a aprovação do MAPA para a

ferrugem asiática da soja, o Bio-Imune passa também a ser o primeiro

defensivo biológico para controle desta importante doença.

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