Política

A mulher é o esteio do lar e representá-las é uma honra, diz a candidata Teresinha Cartafina

A candidata aborda vários aspectos de sua vida na política

11/10/2020 05h00
Por: Redação
Candidata a vice-prefeita Teresinha Cartafina (PSDB) se vê com muita energia para trabalhar por uma Uberaba melhor - Foto: Divulgação
Candidata a vice-prefeita Teresinha Cartafina (PSDB) se vê com muita energia para trabalhar por uma Uberaba melhor - Foto: Divulgação

O JORNAL DE UBERABA traz hoje uma entrevista com a candidata a vice-prefeita de Tony Carlos (PTB), Teresinha Cartafina (PSDB). Na oportunidade a candidata aborda vários aspectos de sua vida na política. “A mulher é o esteio do lar. Muitas delas são a fonte de renda da família. Então, ser representada por outra mulher é uma condição mais do favorável”, declara Teresinha Cartafina.

 

JORNAL DE UBERABA - Qual foi o motivo da senhora ter entrado na política?

Teresinha Cartafina - A primeira coisa foi descobrir o que eu queria. A segunda é o compromisso que eu teria com os eleitores e em terceiro lugar a meta de compromissos políticos a tudo aquilo que viria e que poderia ser positivo ou negativo. Naquela época eram poucas as mulheres exercendo mandatos e nós começamos a ser representadas com muita garra.

 

JU - E qual foi a sua experiência como vereadora de Uberaba por dois mandatos?

Teresinha - No primeiro mandato eu sentia que que era uma pessoa útil para a sociedade. Na verdade, eu fui feliz e ganhei o segundo mandato com uma diferença muito grande porque eu cumpri aquilo que eu havia prometido. Eram 14 vereadores naquela época e eu era a única mulher.

 

JU - Por quê a senhora resolveu voltar e aceitar a candidatura a vice-prefeita ao lado de Tony

Carlos?

Teresinha - Pra te dizer a verdade eu não esperava estar disputando uma eleição novamente, mas eu tive a alegria e o orgulho com meus 87 anos de ainda ter o sentido de ajudar Uberaba. O apoio que recebi produz uma motivação que supera toda adversidade. Estou preparada e vamos fazer o melhor.

 

JU - Como a senhora está observando esta composição com o Tony Carlos?

Teresinha - Eu admiro muito Tony Carlos desde a sua juventude que começou lá na Guarda Mirim. Ele foi bom aluno, constante, bom filho, e conseguiu na vida aquilo que ele queria. Trabalhou com rádio, depois foi vereador comigo, e mais à frente foi deputado estadual e ajudou muito Uberaba e região. Com certeza é uma pessoa inteligente. Eu tenho percebido durante a campanha que ele está bem

preparado com as suas respostas.

 

JU - Se vocês forem eleitos, o que a senhora pretende fazer? Qual será a sua frente de

trabalho?

Teresinha - Será a que eu sempre tive. Não só a do Social mas me inteirar de tudo aquilo que vier do Prefeito para que a gente possa fazer juntos um governo feliz para a cidade de Uberaba. Estamos em

um momento em que é primordial melhorar a saúde, principalmente para os menos favorecidos. E lutar pela geração de empregos que são fundamentais na qualidade de vida das pessoas. A juventude precisa das escolas profissionalizantes e nós temos um plano de governo muito bem estruturado.

 

JU - Conhecendo a sua história, onde a senhora encontra motivação para continuar?

Teresinha - É a presença de Deus. Acho que ainda eu tenho força suficiente porque, quando te digo que tenho 87 anos, eu sei que a experiência me qualifica para ajudar Uberaba. E é um desafio que me

encontra plena de vontade, conhecedora da realidade e pronta para fazer o melhor que eu puder.

 

JU - Qual o legado que a senhora pretende entregar para a cidade?

Teresinha - É o de que todas as pessoas que passaram por mim e vão me encontrar ainda durante a minha vida me ensinaram e ensinam o que é viver na política. Uberaba é muito grande e merece um

Governo que valorize a sua gente, que traga empregos e trate dos seuS filhos com uma mãe generosa. Eu aprendi muito a fazer política com os melhores. E quem ama cuida.

 

JU - Qual é o papel da mulher na política?

Teresinha - Primeiro é descobrir o que ela deseja, depois definir os compromissos que ela terá e terceiro é ser uma agente política, seguir em frente e aguentar os desafios. A mulher é o esteio do lar. Muitas delas são a fonte de renda da família. Então, ser representada por outra mulher é uma condição mais do favorável. Ser mulher e política tem tudo de capacidade, competência e dedicação.

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