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Fabiana Silbor

Fabiana Silbor

Fabiana SilborFabiana Silbor é Professora Universitária, radialista, apresentadora de televisão, jornalista, palestrante, gestora empresarial, articulista e pesquisadora nas áreas de ciências sociais e empresariais. Referência midiática, ela está no Jornal de Uberaba há nove anos, com uma página que promove conteúdo exclusivo, reflexões modernas, complexas e com doses cítricas. Fabiana Silbor foi repórter e apresentadora das Redes Integração, afiliada Globo, e Bandeirantes de Televisão.

11/10/2020 05h00
Por: Redação

Bem vindo!

Bem vinda.

Viva o domingo.

 

Coisa de novo pobre

A Kate Winslet disse, recentemente, querer vomitar quando ouve o tema da Celine Dion para aquele filme que foi sucesso de bilheteria. Antes fosse só ela! Mas, por falar em Titanic, a venda de utensílios de família nobre (em momento de reposicionamento de classe) agitou o mercado das celebridades das Águas Claras. Desenterrados dos baús naufragados estão até escudos dos pioneiros remanescentes dos Bandeirantes que se apossaram das sesmarias. “E assim caminha a humanidade”... Já diziam os mais espertos: nada como um dia após o outro.

 

Tem que multar

Cientistas se posicionam e pedem a ONU a criação de um conselho sustentável, a Adele só lava a cabeça a cada dois meses, e outros como Brad tomam pouquíssimos banhos. Enquanto isso, o famoso uberabense seca o Rio e abala o Aquífero Guarani regando as ruas da cidade. Vai ver que funciona, afinal são tantos buracos, que devem brotar desse desperdício.

 

Mosquito bem cuidado

E nessa de empoçar quem melhor vive no Arraial da Farinha Podre é o Aedes. Gostei demais do comentário que ouvi, que dizem foi feito por um querido infectologista da cidade: Dengue é doença de gente porca. Falta de higiene pura.

 

A fama da destruição

Filmes e jogos apostam mais em cenários brasileiros para suas cenas de ação: em foco as favelas. Essa identidade urbana multifacetada pela contemporaneidade tem desmontado estratégias de lugares paradisíacos. O que me preocupa é até onde vai nosso apreciar permanente pela destruição. Afinal, o que tem de inovador na composição arquitetônica da invenção tem de preocupante nas histórias que as paredes escondem: Dramas, traumas e violências. E o pessoal do interior pensando, ainda (oh, Senhor!), que isso é preocupação de metrópole.

 

Lotação na encruzilhada

Solteiro disputadíssimo da ‘Zebulost’ deixou decepções em metros ao revelar planos para pedir a escolhida em casamento. Enquanto uns comemoraram o noivado, outros buscam meios de por o roteiro da novela em prática na vida real. O que anda surgindo de espírito “Nazaré” nos nativos é de assustar.

 

Valorizando

São tantas as maneiras de compreender outras possibilidades. Quando vejo artistas da nossa ‘casa’ ganhando espaços internacionais penso o quanto ainda temos que evoluir para ter amor pelo que está ao nosso lado. Nessa busca inquieta pelo inatingível nos movemos, é bem verdade, mas são tantos os compassos inadequados. Se tivesses o dom de perceber o que vibra em nosso mundo, talvez, tivéssemos mais sorrisos para lembrar.

 

Mudanças

Sempre tive dúvidas sobre essa frase: “o silêncio destrói qualquer um”. Hoje, já tenho algumas certezas. Penhor Muitos abastados da Zebulândia, para manter padrões e doces vitrines, fazem o que podem e o que não podem. Uma regra rebuscada da Terra das Águas Claras: basta parecer que é! E nem sempre é exclusividade do interior e suas durezas. Essa mania de “se mostrar” é alavanca do próprio capitalismo. Para isso muitos que entram no “vale tudo”, como diz uma querida e engraçada amiga, o que não falta é gente que deixa as jóias passando férias no Banco.

 

Tormenta musical

Deve ser uma profunda ‘alegria’ ter um vizinho, que tem um filho adolescente, que decidiu aprender bateria. Ganhou o instrumento para praticar e, definitivamente, não tem dom para a carreira. Nasce o dia, dorme o dia. E só. Porque mais ninguém nas imediações se lembra do que significa silêncio! Dias sem ritmo pela frente...

 

Coragem

Um dia daqueles. Desses que o relógio anda mais rápido que o normal e, a gente, sempre está na contramão: mais devagar que o natural. Você sai e quando vira a primeira esquina, qual carro está na sua frente? O da auto-escola. É uma felicidade. Sei que todos nós, ditos motoristas, passamos por isso, mas sinceramente, meu professor não me colocou para dirigir no centro da cidade enquanto eu não dominei quase tudo. Tem Instrutores que fazem de propósito. Sabe que a pessoa ainda não consegue, mas enfia no horário de pico, no congestionamento mais complicado. Dá para ver a cara de desespero do aluno e, também, dos outros motoristas que ficam sem destino.

 

Quero ser ano novo todo dia!

Escolher quem brilhe como fogos de artifício no meu céu. Que tenha palavra santa feita de promessa que rompe o véu. 

 

Quero um ano de mesas fartas de verdades, intensidades, coragens...

Inebriante... Pulsante...

Que exploda o desejo, acelere o coração, solte o riso! 

 

Traga o esperado e faça me sentir tão sortuda! 

Gente que pergunte: posso ficar? Ao invés de preciso ir... Brindando como quem diz: estarei sempre ao seu lado! 

 

Gente que saiba agradecer, aplaudir, acolher e amar

Que faça meu olhar brilhar, meu sentido aguçar, minha vontade aumentar.

Do tipo que valorize a pureza, goste da transformação, trabalhe pela evolução.

 

Que faça a vida ser um show!

E quando as cortinas se fecharem eu tenha tanto orgulho de ter ido nessa direção.

Porque a alma veio para vibrar no ponto mais alto da emoção!

Um domingo feliz!

 

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