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Reflexões

Fabiana Silbor

Fabiana Silbor

Fabiana SilborFabiana Silbor é Professora Universitária, radialista, apresentadora de televisão, jornalista, palestrante, gestora empresarial, articulista e pesquisadora nas áreas de ciências sociais e empresariais. Referência midiática, ela está no Jornal de Uberaba há nove anos, com uma página que promove conteúdo exclusivo, reflexões modernas, complexas e com doses cítricas. Fabiana Silbor foi repórter e apresentadora das Redes Integração, afiliada Globo, e Bandeirantes de Televisão.

25/10/2020 05h00
Por: Redação

Alysson Oliveira assina, juntamente com sua brilhante equipe de talentos, assina as fotos premiadas 

internacionalmente em concursos referenciados como os mais destacados do mundo.

O Inspiration Photographers é uma comunidade dos melhores e mais talentosos fotógrafos e 

videomakers de casamento nacional e internacional. E o MyWed é a maior Associação de 

Fotógrafos de casamento do mundo. É muito importante ver os grandes profissionais de 

Uberaba em destaque.

Parabéns!

 

 

Bem vindo!

Bem vinda.

Foi-se fevereiro.

E nessa despedida podese pensar mais...

Buscas permanentes do compreender de ser e se fazer

melhor!

 

Essa não é primeira crise. Nem tão pouco será a última no planeta ou nas nossas vidas. O que compete reflexão é buscar soluções. Estamos preparados para vencer os desafios impostos pelas escolhas que todos fizemos já que cada ação isolada está interligada no mundo globalizado?

O preparo e a oportunidade são, em muitas teses, a tradução da sorte. Então, temos um caminho florido pela boa companhia. A chance está dada sob o codinome de problema e se capacitar é um exercício para o qual recebemos o convite todos os dias.

Ignorar o indivíduo, ainda, é margem de erro contundente para os que apostam na vitória da transformação, nas administrações pessoais e nas profissionais. Cada pessoa, com suas nuances, reflete demandas que ao serem atendidas se traduzem sob o nome de produtividade.

Ao buscarmos saídas capitalistas para investimentos, colaboradores capacitados para executar nossos projetos, parceiros para alavancar vendas, transitamos pela essência do negócio: o indivíduo e essa percepção do ser completo. Seremos líderes de sucesso e gente de caráter?

Temos sim violência, desemprego, hipocrisia e uma narrativa sem fim de criações individuais. Mas nessa mesma existência de danos, têm, também, homens de bem, trabalhadores incansáveis, idealistas, jovens eternos na busca de dias melhores.

Se perder é um equívoco porque tem coisa demais para fazer na vida: Pessoas que precisam de nós, ações por dias melhores, muito a aprender, sonhos para realizar. Tem crochê, balé, roupa para lavar. Serve o que for para um bem maior. Mas se nenhuma delas interessar, um bom compromisso é aprender a se amar.

Dedique seu tempo livre as lapidações do seu ser. Esqueça o que deu errado e programe-se para tudo que pode ser certo. Pare de importunar as pessoas com inseguranças. Uma existência é muito pouco para ocupar o tempo fazendo mal para qualquer um, inclusive para si mesmo.

Desista dos conselhos falsos, de bancar o desentendido, a vítima, o doente ou o rejeitado. Essas jogadas fraudulentas só acumulam bônus de desfavor ao seu crescimento. O que vai realmente importar é o quanto você se esforçou para ser decente num mundo de seres impregnados de justificativas para inadequações. Enquanto o relógio roda aprecie o bem que faz ser feliz e de respeitar os direitos dos outros de expressarem o que sentem.

As pessoas são, mesmo, fantásticas. Elas conseguem ser tão brutais e doces numa mesma existência. Encontramos maléficos destruidores e edificadores pacificadores. Temos no caminho, valorosos exemplos e horrores desprezíveis. 

Interessante dessa situação é que ninguém é de todo bom ou mal. E que todos poderiam escolher ser melhores.

Que pena para os ficam na escuridão. Mentiras, falsidades, brutalidades, abusos, inseguranças, maus tratos e todos os monstros são construções que podem ser vencidas. Atitude e coragem são os ingredientes dessa vontade. Escolha o amor como escudo, como passaporte, como resposta.

Cuidado com os perseguidores natos. Eles implicam com qualquer um que fuja a regra de suas jogatinas, com aqueles que brilham naturalmente e com os que evitam participar da panela. Esses são os alvos, identificados como referência de ameaça. Agressivos, por baixa estima, investem pesado em arsenais para demarcar o território.

Quando são descobertos interpretam com maestria papeis na tentativa de simular e confundir as presas. São camaleões singulares. Mas deixam pistas de identificação. Elas estão nos olhares embaçados, nos sorrisos rosnados, nos falas repetitivas. Estão sempre denegrindo alguém, espreitados nos cantos em algum conchavo, naturalmente cercado por pessoas interesseiras, não falam diretamente porque usam comparsas para ludibriar e nunca estão felizes. Normalmente as críticas são construídas a respeito do que jamais terão competência para ser.

É óbvio que ser inveja faz mal para quem quer construir. Mal para a saúde, para a dignidade. As pessoas percebem esse tipo e quando o lucro fica estéril, o invejoso, com seu ouro de tolo, perde o potencial. Muitas vezes, parece que fazer tudo errado, dá certo, mas são somente aparências. E elas enganam. 

• Não se contamine;

• Junte-se aos bons;

• Não crie sentimentos negativos, prefira a educação valorosa;

• Seja perfeito para quem te ama, te admira, te recomenda;

• Esvazie as fofocas;

• Aprenda a ser nobre, doce, sincero;

• Assuma a gentileza, o respeito, o papel de aprendiz;

• Perca a irritabilidade com os desprovidos de coração.

E se mesmo assim for convocado para o campo de batalhas, lembre-se: a luta entre o bem o mal jamais vai terminar. A questão é escolher de que lado quer ficar. Da falta de certezas que nos atingem uma ninguém duvida: validade é para produtos. Então, o que se apresenta como derrota hoje, pode, na verdade, ser um passaporte para dias com pessoas melhores.

A verdade está no coração de cada um. Ninguém alcança. O outro será sempre um expectador. A vida, como sentimos, só acontece dentro de nós. E se tiver que dar alguma resposta, apenas seja poético. Nessa hora Mário Quintana tem uma boa sugestão: “Todos estes que aí estão atravancando o meu caminho, eles passarão. Eu, passarinho!”

 

Viva a liberdade de ser

feliz sem se vender!

Principalmente, fiado!

 

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