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Em ofício à CBF, Atlético-MG cita "escândalo" na arbitragem

O VAR novamente é um ponto central no Campeonato Brasileiro. No último sábado, o Atlético-MG venceu o Corinthians, mas deixou o jogo em São Paulo cobrando um pênalti não marcado de Gil em Vargas no início da partida. A diretoria do clube mineiro fez um protesto formal na CBF, exigindo acesso às conversas da equipe de arbitragem no lance ignorado, bem como o afastamento dos árbitros. "Aconteceu um verdadeiro escândalo na arbitragem do jogo acima referido", (diz parte do ofício do Atlético). O duelo Corinthians 1 x 2 Atlético foi comandado por Rodrigo Dalonso Ferreira (SC) e teve Pathrice Wallace Corrêa Maia (RJ - no comando do VAR). No documento do Atlético, o presidente Sérgio Sette Câmara e o vice Lásaro Cândido (que assinam o texto), citam uma "sugestão de falta de isonomia" do árbitro d

17/11/2020 04h00
Por: Redação

O VAR novamente é um ponto central no Campeonato Brasileiro. No último sábado, o Atlético-MG venceu o Corinthians, mas deixou o jogo em São Paulo cobrando um pênalti não marcado de Gil em Vargas no início da partida. A diretoria do clube mineiro fez um protesto formal na CBF, exigindo acesso às conversas da equipe de arbitragem no lance ignorado, bem como o afastamento dos árbitros. "Aconteceu um verdadeiro escândalo na arbitragem do jogo acima referido", (diz parte do ofício do Atlético).

O duelo Corinthians 1 x 2 Atlético foi comandado por Rodrigo Dalonso Ferreira (SC) e teve Pathrice Wallace Corrêa Maia (RJ - no comando do VAR). No documento do Atlético, o presidente Sérgio Sette Câmara e o vice Lásaro Cândido (que assinam o texto), citam uma "sugestão de falta de isonomia" do árbitro de vídeo, uma vez que a atuação do VAR em lances do jogo Palmeiras x Fluminense foram divulgados.

Sette Câmara já havia protestado contra a arbitragem logo após o confronto da 21ª rodada. Já Lásaro postou vídeo no Twitter também comentando o caso.

“Causa estranheza que no mesmo dia, no jogo realizado às 21h30 entre Palmeiras e Fluminense, algumas jogadas daquele jogo tiveram o áudio ao vivo divulgado, sugerindo comportamento não isonômico e lançando dúvidas quanto ao cumprimento dos protocolos e as regras básicas de arbitragem, inclusive em relação ao VAR”, diz parte do ofício do Galo.

Outra petição do Atlético no ofício é que o presidente de arbitragem da CBF, o ex-juiz Leonardo Gaciba, venha a público se posicionar a respeito da falta de Gil em Eduardo Vargas dentro da área do Corinthians. O Galo cobra, além da marcação do pênalti, a também expulsão do zagueiro do Timão. Gaciba e o presidente da CBF, Rogério Cabloco, são os dois destinatários do ofício.

“Aconteceu um verdadeiro escândalo na arbitragem do jogo acima referido, em que o árbitro de campo, com visão frontal do lance aos quatro minutos, deixou de assinalar uma penalidade máxima, não tendo tampouco aplicado o cartão vermelho pelo “agarrão” feito pelo zagueiro Gil do Corinthians”, disse.

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