Saúde

Um em cada cinco motoristas homens dirigiu após beber

A pesquisa também mostra a proporção de motoristas que conduziram carro ou motocicleta após o consumo de bebida alcoólica

22/11/2020 04h00
Por: Redação

A pesquisa também mostra a proporção de motoristas que conduziram carro ou motocicleta após o consumo de bebida alcoólica, independentemente da quantidade. O resultado aponta que 17% dos motoristas brasileiros dirigiram após beber, percentual que foi menor nas regiões Sul e Sudeste (14,8% cada) e maior no Norte (23,4%). Na área rural, a proporção foi maior que a média nacional, de 22,5%, enquanto na área urbana ficou em 16,2%.

No recorte por gênero, a proporção de mulheres motoristas que conduziram carro ou moto após o consumo de álcool foi de 7,8%. Já entre os homens motoristas, o percentual chegou a 20,5%, ou um em cada cinco. Na comparação por idade, adultos de 25 a 39 anos apresentaram a maior proporção: 21,2%, enquanto idosos de mais de 60 anos tiveram a menor, 11%.

O resultado da PNS 2019 mostra que 20,4 milhões de pessoas maiores de 18 anos consumiram produtos derivados de tabaco, fumado ou não fumado, de uso diário ou ocasional. Isso representa 12,8% da população, uma queda de 2,1 pontos percentuais no confronto com 2013 (14,9%).

A pesquisa mostra que o percentual é maior entre os homens (16,2%). Já entre as mulheres, o percentual é de 9,8%. Ambos os sexos apresentaram diminuição em relação a 2013, quando o resultado mostrou 19,1% e 11,2%, respectivamente. A maior proporção de fumantes foi na faixa etária de 40 a 59 anos (14,9%), e a menor, de 18 a 24 anos (10,8%).

Outro dado que chama a atenção na pesquisa: quanto maior o nível de escolaridade, menor a proporção de fumantes. A faixa com o maior percentual é a de pessoas sem instrução/nível fundamental incompleto: 17,6%. A proporção vai diminuindo: para 15,5% na faixa de pessoas com fundamental completo e médio incompleto, até chegar a 9,6% para médio completo/superior incompleto e a 7,1% entre homens e mulheres com nível superior. Fontes acredita que o maior acesso à informação e às campanhas de conscientização desta faixa é fator preponderante. E acrescenta: “Nessa faixa, há mais pessoas que trabalham em empresas maiores ou ambientes onde é proibido fumar, por exemplo”.

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