Esporte

Uirapuru retoma aulas de peteca com professor Ricardo Madruga

Professor Madruga coleciona títulos como o de campeão da Copa Kaiser de Peteca

27/11/2020 04h00
Por: Redação
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

As aulas de peteca estão de volta ao Uirapuru Iate Clube, ministradas pelo campeão brasileiro na modalidade juvenil e adulto, Ricardo de Assis Madruga. As atividades acontecem duas vezes por semana. Às terças e quintas, sendo às 19h, para adultos (masculino e feminino), e às 20h, para praticantes a partir de 8 anos (masculino e feminino). Madruga é expert no assunto, além de campeão da Copa Kaiser, foi três vezes campeão brasileiro, tem os troféus de campeão brasileiro master; de seis vitórias no mineiro; três no goiano, no paranaense, e é octacampeão da Copa Itaú Uberlândia, bem como vice-campeão Mundial individual e terceiro colocado em duplas de Paris - França, e muitos mais. Além de ter técnicas modernas, sua metodologia é facilmente absorvida pelos atletas. 

 

Benefícios - Por ser um esporte aeróbico, a aptidão física do participante é aumentada. É uma modalidade da qual todos podem participar, sem restrição de sexo ou idade. Sem falar na socialização, uma vez que se faz muitos amigos durante a atividade.  Admiradores, de crianças a idosos, usufruem desse jogo nos seus momentos de lazer, sendo realizado nos clubes, nas praias, nos parques e outros locais. Jogar peteca aprimora os reflexos, o golpe de vista e a vigilância, além de ser excelente meio de descarga psicológica para tensões e frustrações. Utilizado como recreação é muito útil como passatempo, alegre, agradável e descontraído.  

 

História -A prática do jogo de peteca pode-se dizer, é uma criação puramente brasileira. O Brasil ainda não havia sido descoberto pelos portugueses e a peteca já era popular entre os nativos da região: os índios. Junto dela, faziam-se canções e danças para acompanhar. Dessa forma, com o passar do tempo e a permanência da prática da peteca pelos portugueses, as gerações que sucederam também pegaram o hábito de jogá-la. Nos jogos da V Olimpíada, realizados na Antuérpia, capital da Bélgica, em 1920, a título de recreação, os brasileiros que pela primeira vez participavam de uma Olimpíada, levaram petecas, atraindo numerosos atletas de outros países, interessados na sua prática. Revela o registro da época, que o Dr. José Maria Castelo Branco, chefe da Delegação Brasileira, viu-se, momentaneamente, embaraçado pelos insistentes pedidos de regras formulados por técnicos e atletas finlandeses que, evidentemente, demonstravam interesse pela nova atividade desportiva. Coube a Minas Gerais a primazia de dar-lhe sentido competitivo, realizando jogos internos nos clubes pioneiros de Belo Horizonte. Em 1973, surgiram as regras da peteca, dando margem para a fundação da Federação Mineira de Peteca – Fempe, em 1975, confirmando, assim, o pioneirismo de um esporte nascido e desenvolvido no Brasil.

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