Segunda, 21 de Junho de 2021
(34) 99869-4433
Entretenimento Coluna

Coluna social

Fabiana Silbor

28/03/2021 04h00
Por: Redação
Ah! Vamos lá. Guarde essa ignorância. Guarde essas pedras de rancor. Deixe de lado essa mágoa. Atualize esse sentir. As pessoas estão morrendo. Aumente sua compaixão. Outras estão nascendo, amplie sua acolhida.
Ah! Vamos lá. Guarde essa ignorância. Guarde essas pedras de rancor. Deixe de lado essa mágoa. Atualize esse sentir. As pessoas estão morrendo. Aumente sua compaixão. Outras estão nascendo, amplie sua acolhida.

Bem-vindo

Bem-vinda.

Adeus março.

Sigamos com gratidão esperante no recomeçar.

 

Cuidado. Você pode ser o maior vilão da sua história

 

Está difícil porque agora você precisa olhar para dentro. Tem que conviver com a sua própria vida e reconhecer o que precisa melhorar. Por tanto tempo as coisas do mundo te levaram para fora. Balada, pegação, excesso de trabalho, mil compromissos, dinheiro, ambição, vaidade, status... Agora é você com você mesmo. É a oportunidade. Talvez a mais dolorosa que já se viu. Porque no meio de uma doença tão cruel se a morte de tanta gente não dói no seu coração acredite: alguma coisa aconteceu com você. A sua humanidade está gritando para ser ouvida. A sua evolução está pedindo uma chance longe das distrações rasas e artificiais.

 

E no meio de tanta guerra é hora de lutar para resgatar a paz. Você precisa voltar a sentir a emoção genuína que Deus fez em ti quando te criou. Pare de perder tempo na defesa do inútil. Não é o partido, o protocolo, o fulano que vai mudar tudo. É você. No momento que parar de se enganar e se iludir você vai levantar, sua força será restaurada, sua fé irá prover o que falta. Será preciso compaixão, humildade, entendimento, fraternidade e lealdade verdadeiros. Você é raridade. É tão sem sentido esse ódio, essa rivalidade, essa disputa, essa verdade imposta.

 

Onde anda seu respeito? Enquanto continuarmos a agir como bichos, deixar nosso instinto animal tomar conta, estaremos longe da maior graça recebida: a bênção de encontrar no outro um aliado. De se unir para que a vitória seja de todos. Cuidado você pode ser o maior vilão da sua história. Parece que você está lutando contra algo, mas essa é a sua batalha. Você veio só e partirá sozinho. Este o momento de perder o mundo e ganhar a si mesmo: ame ao próximo como a... Entendeu agora?

 

Por mais criaturas que cedem às resistências, filtros e temores. Que gostem da luz e

energizem comunicações. Gente de palavras que erguem, de forças doces. De obra de vivencias nutridas de comunicações sinceras. Gente que seja porto para as inseguranças e saiba trazer mais sobre as potencialidades evolutivas do ser.

 

Um céu tão azul aqui no cerrado...  

Espero que esteja consciente, daqueles entendimentos que deixam o coração aquecido, no meio do nada e traduzem tudo. A pandemia mudou tudo para sempre. A brutalidade do real, que nos remete à lucidez crua.

 

 

Nessa mineiridade “lenta” o ritmo veloz dessa construção me assusta, até porque tudo é novo.

É um sentimento de reencontro todo estranho, verdadeiro e antigo.

O que me deixa voraz para qualquer pedido, é lembrar que um ser em perigo é perigoso.

Queria, apenas, uma varanda para sentar e esperar o luar, sentir o cheiro de terra molhada...

Um olhar acetinado retomando a doçura guardada, desembrulhando meu brilho antes desfocado.

Inebriar com seus sorrisos meus passaportes...

 

Antes de tudo isso, eu era um outro tempo. Amanhecia sol e depois nublava. Recomeçava entre nuvens. Às vezes, desaguava minhas transformações; às vezes, aquietava minhas ânsias. Mas, nessa Era ficou inevitável algumas tempestades. Mas as esperanças nos lembram que tarda, mas nunca falha, a tal da bonança.

Antes era uma estação de frias chegadas, de flores ensaiadas nas partidas, de perdas nos atrasos irreparáveis e rastros de mágoas; de calor morno nos abraços de reencontros. Eu era uma parada de duração variável... Estava bom assim. Mas meus embarques já estavam lassos...

Por onde passa a coragem, essa companheira, que, ainda, nos segue faminta de tanto apelo para que tenhamos força e doçura para continuar a desatar os nós?

E, nessa estrada estreita chamada de mundo, onde somos todos tão iguais validando nossas diferenças em prazos indefinidos, sigamos...

 

Nas nossas bagagens os chamados que calamos, a liberdade que gritamos. Cruzamos pontes milagrosas, identificamos temores, familiaridades inevitáveis... Paralisantes, recuadas e sedentas, enaltecidas pela superação, entrelaçamos.

  

  

De um tempo que nasce depois da perseverança, que nutre a alma de evolução.

E, sedutor, o existir me convence da partida e meus pensares assumem os dias. Desde então cronômetros mudaram para o meu peito: e o amanhã, será que vem? E, lá está a fé com seus conselhos: despoje de suas inquietações. Reside nessa força de ânimo uma nascente latejante, de poentes doces, o orgulho de um passado sem fraquejar: a força reside na coragem de evoluir!

 

Mas estou querelante.

E nada me satisfaz!

Uma vertigem insana me desagrega.

Que ânsia de horizonte, mar, respirar...

O que mais nos irrita traz consigo o que nos fortalece.

E quando observamos nossas insatisfações descobrimos nossos desafios.

 

Contra essas inquietudes, use suas melhores defesas.

Olhar vitorioso. Sua competência humanizada.

Ah! Os benefícios bentos, da conspiração do universo...

Sua vida é um tesouro.

 

Só por hoje: ignore os inadequados. Mude o foco, o importante é você.

Lembre-se que essa brisa traz doçuras saudáveis.

Veja essas mãos produtivas e moldantes.

Avante.

                                                     

Abuse das melhores músicas, das verduras coloridas, dos sucos nutritivos.

Ouça os burburinhos dos sonhos, coma o tempo com distrações motivadoras, beba o céu azul, o ar que te permite respirar suas capacidades, o movimento abençoado de viver.

 

E eu pensando, que por nada nesse mundo, nessa vida, ou em qualquer outra existência, seria uma doença a dizer não. Coronavírus e sua criação.

Ditames doces da ilusão.

Uma rebeldia desconexa nutrida de uma ausência doída.

Nossa... dilacerante está meu coração.

 

Ela, ainda, tem suas preces...

Mas assiste serena a composição dos vieses que transformou em rotas.

As reticências?

Essas sim têm vida própria.

Tornaram-se companheiras compulsivas.

Atropelam minhas frases, meus pensares.

Também, como saber o que virá... (eis que elas assumem).

Na teoria da distância precisamos de laços.

 

Esse é um tempo de delicadezas. Viva.  Fabiana Silbor

 

Nenhum comentário
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
Fabiana Silbor
Sobre Fabiana Silbor
Fabiana Silbor é Professora Universitária, radialista, apresentadora de televisão, jornalista, palestrante, gestora empresarial, articulista e pesquisadora nas áreas de ciências sociais e empresariais. Referência midiática, ela está no Jornal de Uberaba há nove anos, com uma página que promove conteúdo exclusivo, reflexões modernas, complexas e com doses cítricas. Fabiana Silbor foi repórter e apresentadora das Redes Integração, afiliada Globo, e Bandeirantes de Televisão.
Uberaba - MG
Atualizado às 04h16 - Fonte: Climatempo
18°
Alguma nebulosidade

Mín. 16° Máx. 31°

18° Sensação
6 km/h Vento
73% Umidade do ar
0% (0mm) Chance de chuva
Amanhã (22/06)
Madrugada
Manhã
Tarde
Noite

Mín. 19° Máx. 32°

Sol com algumas nuvens
Quarta (23/06)
Madrugada
Manhã
Tarde
Noite

Mín. 19° Máx. 33°

Sol com algumas nuvens
Ele1 - Criar site de notícias