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Cidade Social

ECONOMIA PRATEADA

ECONOMIA

08/04/2021 03h00
Por: Euripedes Antonio Campos
Monica Moura. Ela fez sucesso nas décadas de 80 e 90 e agora, aos 54 anos retoma a carreira de modelo. Foto divulgação
Monica Moura. Ela fez sucesso nas décadas de 80 e 90 e agora, aos 54 anos retoma a carreira de modelo. Foto divulgação

A edição da semana passada do Globo Repórter mostrou como as pessoas de 50 anos ou mais estão derrubando mitos e preconceitos enfrentando com muita garra e disposição as dificuldades do cotidiano, aderindo às novas tecnologias e implementando negócios de sucesso. Essa geração de grisalhos movimentam quase dois trilhões de reais na chamada Economia Prateada. Cheios de energia produtiva os ‘gerontolescentes’ superam muitos jovens nos empreendimentos bem sucedidos. Neste grupo prateado, sobressaem-se as mulheres, que se viram nos 30. Ops! Nos 50!! E seguem, entrando na faculdade para aquele sonhado curso superior, abrindo novas empresas, iniciando ou retomando carreiras profissionais. Um dos exemplos é a bela modelo Monica Moura, que nas décadas de 80 e 90 era famosa nas revistas e hoje, no auge dos seus 54 anos está novamente no mundo da moda. Assim como ela, Veluma, aos 68 anos, também retomou a carreira de modelo. Ambas bem resolvidas e felizes com a idade que têm. Em Uberaba as mulheres da geração 50+ também dão exemplo de jovialidade, força, sucesso nas profissões, nas empresas e nas ações de responsabilidade social. Entre tantas admiráveis, destacamos as profissionais da área de saúde mental Alci Cabral e Denise Moratelli, a empresária do agro negócio e indústria de alimentos saudáveis, Ângela Toledo Ma; as empresárias do mundo fashion, Adriana Lyrio e Mônica Hial. Todas lindas, empoderadas e muito bem sucedidas na vida profissional e pessoal.

 

A HORA DO DELIVERY

O serviço de delivery já era uma tendência de mercado e desde o início do ano passado com as restrições impostas pela pandemia, esse sistema tem se tornado um recurso essencial para ajudar a sobrevivência dos negócios, principalmente para o setor de alimentação, cujo sistema de delivery vem influenciando hábitos e estimulando maior da população. É também uma alternativa para garantir que o máximo de pessoas se mantenha reclusa sem perder o acesso às lojas, bares e restaurantes, desfrutando desses serviços e produtos na segurança e conforto de seus lares. Uberaba oferece inúmeras opções de delivery, seja por aplicativos ou por contato direto nos fornecedores. São muitas as delícias ao seu alcance em toque pelo celular.  A Zaatar, da Larissa Cecílio, é uma das empresas que oferece essas gostosuras da cozinha árabe, direto para sua mesa. As encomendas podem ser feitas no direct do insta @zaatar.caa ou pelo whatsApp (34)9972-2468.  Outra empresa que, para nossa alegria aderiu a este sistema, foi o Restaurante Tamareiras, gerenciado pelo antenada Bia Tahan. Aqueles pratos maravilhosos servidos no restaurante, agora você pode solicitar pelo serviço de entrega. Basta entrar em contato pelo (34)3318-8500. Tudo de bom!!

 

PROJETO GRUPO PETRÓPOLIS

O Grupo Petrópolis dá mais um passo para consolidar o Brasil como produtor de lúpulo. A partir de abril, a cervejaria será a primeira de grande porte no país a disponibilizar para venda parte do lúpulo cultivado em sua fazenda, em Teresópolis, no Rio de Janeiro, através do e-commerce Bom de Beer. A partir de agora, produtores de cervejas artesanais de todo o país poderão experimentar o lúpulo produzido na serra fluminense em suas receitas. Desenvolvido em parceria com o Viveiro Ninkasi desde 2018, o projeto do Grupo teve investimento inicial de R$2,5 milhões e foi o primeiro do país a obter o termo de conformidade emitido com o aval do MAPA e a possuir nota fiscal de origem das plantas. O projeto está em franca expansão na fazenda de Teresópolis e já teve duas grandes colheitas realizadas desde o início. Em 2021, a plantação vai somar 20 mil mudas, plantadas em mais de dez hectares, divididos em cinco fases. Outra conquista importante para o projeto do Grupo Petrópolis foi o Selo de Origem da Planta, obtido pela primeira vez no país pelo Viveiro Ninkasi, em dezembro de 2020. Todas as cultivares plantadas a partir da fase 3 do projeto do Grupo já terão esse Selo de Origem para comercialização.

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