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Conselheiro do Cruzeiro que cobra R$ 3,9 milhões é condenado a pagar R$ 196 mil

Conselheiro do Cruzeiro

10/06/2021 04h00
Por: Euripedes Antonio Campos

Alexandre Lemos, ex-funcionário da Raposa, recorreu à Justiça do Trabalho para requerer vínculo empregatício, mas teve o pedido negado

Nos últimos meses, o Cruzeiro se acostumou a ser derrotado não somente em campo como na Justiça. Nesta terça-feira (8), o clube conseguiu uma decisão favorável na 14ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte. Alexandre Francisco Lemos, conselheiro e ex-funcionário da Raposa, cobrava R$ 3,9 milhões pelo rompimento vínculo empregatício, mas acabou condenado a pagar R$ 196 mil em honorários advocatícios.

Em seu pedido, Lemos requereu vínculo empregatício no período de 1º de julho de 2020 a 27 de março deste ano, além de anotação na CTPS na função de engenheiro até 30 de abril de 2018 e Diretor de Obras e Patrimônio, a partir de 1º de maio de 2018. Contudo, o juiz Ronaldo Antônio de Brito Júnior julgou improcedentes os pedidos. A decisão cabe recurso.

Alexandre faz parte da lista dos 29 conselheiros que seriam excluídos do Cruzeiro, por terem infringido o estatuto social do clube, que veda a remuneração de membros do órgão deliberativo. O ex-fucionário também é sobrinho de Hermínio Alves, vice-presidente na gestão de Wagner Pires de Sá.

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