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Com participação da ABCZ, Conselho do Agro discute propostas para reforma tributária

Foram apresentadas as propostas em tramitação e os impactos para o setor agrícola e pecuário

14/09/2019 06h00
Por: Redação
Diretor da ABCZ participou de reunião mensal do Conselho do Agro em Brasília - Foto: Divulgação
Diretor da ABCZ participou de reunião mensal do Conselho do Agro em Brasília - Foto: Divulgação

O diretor da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Gil Pereira, representou a entidade na reunião mensal do Conselho do Agro, realizada na quinta-feira (12), na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília (DF). Em pauta, as propostas de reforma tributária que tramitam no Congresso Nacional.

“Demonstrei minha preocupação - e todos os colegas concordaram – sobre qualquer possibilidade de aumento de carga tributária. A agricultura e a pecuária têm batido recordes de produção e exportação e é natural que as lideranças políticas vejam nosso setor como a solução para a economia com a definição de mais tributos. Mas essa ação só vai criar um problema ainda maior”, defende Gil Pereira, comentando que hoje o agronegócio brasileiro só é forte e competitivo porque muito investiu-se em tecnologias de ponta para aumentar a produtividade. “Diferente da indústria brasileira que está sucateada, os investimentos foram grandes na modernização do campo. Hoje, sob nossa produção, já incidem tributos na ordem de 26%. Se essa porcentagem aumentar, nosso produto encarece e perdemos competitividade no mercado, principalmente no mercado externo”, acrescenta.

Para embasar os debates durante a reunião, foram apresentadas as propostas em tramitação e os impactos para o setor agrícola e pecuário. “Temos hoje um emaranhado de normas em todos os níveis – municipal, estadual e federal – o que impõe um alto custo administrativo para o setor produtivo. Por isso, precisamos manter uma grande equipe especializada para gestão tributária em nossas propriedades. É necessário e urgente a simplificação a quantidade de tributos no país”, destaca Gil Pereira.

Durante a reunião, foi definida ação imediata do Conselho Agro, representado através do líder João Martins, também presidente da CNA. A intenção é que o setor demonstre sua preocupação com a reforma tributária e os possíveis impactos para o agronegócio e para a economia brasileira.

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