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Paga-se ‘escassez de vergonha’ na conta de luz

Paga-se ‘escassez de vergonha’ na conta de luz

25/01/2022 às 04h00
Por: Redação
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Sonho compartilhado
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“Baita vitória para micro e pequenas empresas”

Senador Jorginho Mello, sobre a ampliação do limite de negociação do Simples

 

Paga-se ‘escassez de vergonha’ na conta de luz

As distribuidoras de energia, aliadas ao lobby das termelétricas (caras e poluidoras), sabotam a transição para fontes limpas e renováveis e massacram o usuário, como no caso da cobrança da sobretaxa de “escassez hídrica”, nas contas de luz, mesmo após o dilúvio de dezembro e janeiro. Escondem do “consumidor cativo” que é ele quem paga, na conta, empréstimos que fizeram para “compensar” supostos “prejuízos”. A escassez no setor elétrico é outra, de vergonha mesmo.

 

Silêncio conveniente

Os empréstimos foram autorizados por medida provisória, numa rara decisão de Bolsonaro que nem a imprensa de oposição criticou.

 

Mentira na conta de luz

Os empréstimos de R$16,1 bilhões estão sendo amortizados, com os valores pagos na conta de luz sob a rubrica falsa de “escassez hídrica”.

 

Mais um assalto

Pior é que Bolsonaro assinou mais uma MP (nº 1078), em dezembro, autorizando outro empréstimo semelhante, a ser pago pelo cidadão.

 

Alô, PF; alô, MPF

Após prender o rabo de autoridades do setor elétrico, distribuidoras e termelétricas sabotam a geração limpa fotovoltaica (solar) e eólica.

 

Lobby na Câmara barrou maior conforto em aviões

A lobby das companhias aéreas na Câmara produz resultados que nem o presidente da República imaginaria obter. Em novembro, diante de um projeto que pretendia espaçamento entre poltronas para garantir um mínimo de conforto aos passageiros, o relator Vanderlei Macris (PSDB-SP) nem sequer ficou ruborizado em chamar o aperto entre assentos de “contrapartida” por vôos supostamente “mais baratos”, além de classificar o conforto como uma “variável subjetiva”.

 

Absurdo, excelência

“Estaríamos na posição inédita e solitária de regular a configuração dos assentos visando ao conforto dos usuários”, diz o relatório, estupefato.

 

Regular pra quê?

Exigir mais conforto “provavelmente atingirá com maior intensidade as empresas de baixo custo”, alegou Macris, sem exibir um dado sequer.

 

Quem são

Latam, com quase 40%, Azul e Gol com cerca de 30%, controlam praticamente todo o mercado da aviação civil brasileira.

 

Agulha em palheiro

No Google, “Alckmin” é a principal busca associada ao nome de Lula, em 12 meses. Talvez porque, com dificuldade de engolir o ex-tucano, o eleitor petista tem dado um Google procurando motivo para apoiar isso.

 

Banqueiro é agiota?

Ao lançar sua candidatura a presidente, Ciro Gomes (PDT) defendeu o equilíbrio fiscal, mas não para agradar banqueiros: “Quem tem as contas em ordem não precisa de agiotas”.

 

Jogada política

Para pressionar o governo federal, o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, colocou os imunizantes Coronavac à disposição dos estados. Mas só o Ministério da Saúde pode comprar vacinas no Brasil.

 

Impacto da força

De acordo com levantamento do Censo dos Estados Unidos, 8,8 milhões de trabalhadores apresentaram atestado para faltar ao trabalho só no mês de janeiro, no pico da curva da variante omicron no país.

 

Longe do pico

O Brasil registrava 1,1 milhão de casos ativos de covid até sexta (21), maior número desde o pico, em junho, de 1,37 milhão em todo o País. As mortes, no entanto, continuam no patamar de abril de 2020.

 

Balanço geral

O mundo aplicou até agora mais de 9,8 bilhões de doses de vacinas contra a covid, segundo a plataforma Our World in Data. Atualmente são aplicadas 29 milhões de doses por dia em todo o planeta.

 

Atenção mudou

O presidente dos EUA, Joe Biden, desobrigou os hospitais dos EUA de registrar mortes diárias por covid. Na mesma ordem, mandou os hospitais passarem a registrar pacientes e leitos, mas só pediátricos.

 

Sem furar o teto

O presidente Jair Bolsonaro assinou MP de crédito extraordinário de R$418 milhões ao Ministério da Infraestrutura para a reconstrução de estradas destruídas pelas chuvas, especialmente em Minas e Bahia.

 

Pensando bem...

...aqui para nós, estranho é o pais onde os eleitores se inclinam a votar no ladrão e não no juiz que puniu o assalto, em nome da lei.

 

PODER SEM PUDOR

Sonho compartilhado

Candidato a senador em 1986, Mauro Benevides estava em palanque na praça dos Franciscanos, Juazeiro do Norte (CE), quando o candidato a deputado estadual Marcus Fernandes contou a lorota em forma de “sonho”: “Sonhei que Padre Cícero Romão Batista baixava num monte nuvens diante de mim e, com aquela voz tonitroante, que só os santos possuem, apontou pra mim e disse: ‘Marquinhos tu és um dos meus!’” Mauro Benevides cutucou o orador por trás e implorou, ao pé do ouvido: “Marquinhos, por favor, me bota nesse sonho!...”

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Com André Brito e Tiago Vasconcelos

www.diariodopoder.com.br

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Sobre Cláudio Humberto Rosa e Silva é um jornalista brasileiro, colunista e editor-chefe do Diário do Poder, responsável pela ascensão de Fernando Collor de Mello no cenário político nacional. Sua coluna é reproduzida em jornais de todo o Brasil.
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