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Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

Cláudio HumbertoCláudio Humberto Rosa e Silva é um jornalista brasileiro, colunista e editor-chefe do Diário do Poder, responsável pela ascensão de Fernando Collor de Mello no cenário político nacional. Sua coluna é reproduzida em jornais de todo o Brasil.

06/10/2019 06h00
Por: Redação

“Se seguiu a lei, tudo bem. Não seguiu, está errado”

Jair Bolsonaro sobre o uso, na justiça, de informações obtidas por hackers

 

Covas apela à velha guarda tucana e Dória detesta

Já não são as mesmas as relações entre o governador João Doria e Bruno Covas, o prefeito paulistano. É Doria quem banca no PSDB a candidatura de Covas à reeleição, em 2020, mas ele percebeu que pode sofrer uma humilhação histórica nas urnas, caso não se viabilize. Por isso definiu então a estratégia de descolar-se de Doria e mostrar independência, aproximando-se dos velhos tucanos que o desprezam.

 

Históricos na mira

Nesta sexta (4), Bruno Covas se reuniu com o senador José Serra e não deve parar por aí. Programa visitas a velhos caciques do PSDB.

 

Salvador

A Paraná Pesquisas indica que Doria é mal avaliado pelos paulistanos, o que retira dele o papel de “salvador” da reeleição de Bruno Covas.

 

Páreo duro

De acordo com a pesquisa, realizada no fim de setembro, 58,4% dos paulistanos desaprovam a gestão do prefeito. E 55,7% a de Doria. 

 

Com que roupa

O clima anda tão ruim que até as roupas de Bruno Covas, despojadas demais, incomodariam o formalíssimo Doria. Amigos de ambos negam.

 

Guedes substitui Moro nas fofocas sobre ‘brigas’

Cansados de tentar estimular briga entre Jair Bolsonaro e o ministro Sérgio Moro (Justiça), opositores do governo agora apostam contra a permanência de Paulo Guedes (Economia) em seu cargo. Como Moro, Guedes tem dito que entrou no governo para ficar e não para sair. Não é casual: Moro e Guedes compõem o trio de ministros, que inclui Tarcísio Freitas (Infratestrutura), de maior credibilidade no governo.

 

A lorota da hora

A nova fofoca põe Onyx Lorenzoni (Casa Civil) como “rival” de Paulo Guedes no “aconselhamento” a Bolsonaro em assuntos econômicos.

 

Amizade pessoal

Lorenzoni nunca foi especialista em Economia, muito pelo contrário. E Bolsonaro o mantém no ministério porque gosta dele, simples assim.

 

Apenas parcerias

Onyx teve atribuições esvaziadas e ganhou o programa de parcerias e privatizações do governo. E tomou gosto pelo tema. Mas é só isso. 

 

Vem difícil e vai fácil

Enquanto a Lava Jato levou cinco anos e meio para recuperar cerca de R$ 1,8 bilhão com pouco mais de 200 delatores, em alguns meses o Congresso aprovou o mesmo valor para gastar na campanha de 2020.

 

PODER SEM PUDOR

Confissão a jato

Joaquim Felizardo era um velho militante e foi logo preso, no golpe de 1964. No corredor do Dops, ele aguardava na fila dos que seriam interrogados, ao lado de outro detido, um advogado gay. Lá para as tantas, o delegado gritou: “Tragam o pederasta e o comuna!” Progressista, mas nem um pouco politicamente correto, Felizardo deu um salto à frente para admitir rapidinho: “Doutor, o comunista sou eu, hein?”

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

www.diariodopoder.com.br

 

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