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Cláudio Humberto

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Cláudio HumbertoCláudio Humberto Rosa e Silva é um jornalista brasileiro, colunista e editor-chefe do Diário do Poder, responsável pela ascensão de Fernando Collor de Mello no cenário político nacional. Sua coluna é reproduzida em jornais de todo o Brasil.

02/08/2019 06h00
Por: Redação

“O que era só pensamento, agora já estamos oficialmente começando”

Ministro Paulo Guedes (Economia) sobre o acordo comercial com os Estados Unidos

 

Governo federal já demitiu 228 servidores em 2019

O governo Bolsonaro já expulsou da administração pública federal 228 servidores, apenas nos seis primeiros meses deste ano. Foram 171 demissões no total, 26 destituições de cargos comissionados e 31 cassações de aposentadorias. O órgão com o maior número de demitidos é o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), 15 servidores, que também cancelou duas aposentadorias. Já a Polícia Rodoviária Federal (PRF) demitiu 14 servidores e cassou cinco aposentadorias.

 

Corrupção

Mais de 65% dos demitidos foram punidos por “atos de corrupção”. O levantamento não inclui empregados de estatais, como a Petrobras.

 

Em relação a 2018

Em 2018 foram demitidos 643 servidores públicos federais, sendo 516 demissões de servidores efetivos.

 

Comissionados

A Controladoria-Geral da União contabiliza 38 comissionados, sem vínculo algum com o Estado, demitidos em 2018. Este ano já foram 26.

 

Comparação regional

Após concluir 142 processos administrativos pendentes, o governo do Distrito Federal decidiu demitir 120 servidores públicos distritais.

 

Judiciário e MP tem recorde de desvio de função

O Brasil é um dos países com o maior número de servidores públicos do Judiciário e do Ministério Público em desvio de função. São juízes e procuradores experientes, quase no fim da carreira, nomeados como “assessores” de outros juízes e até promotores. Um desembargador federal disse a esta coluna que a nomeação acaba servindo, na prática, como complemento salarial, que dá função aquém da capacidade do profissional porque ele ainda não tem idade para se aposentar.

 

Motivo: desvio de função

A maioria de outros países não tem em seus quadros o número de juízes e promotores que os contribuintes brasileiros bancam.

 

Cacique demais

A alta casta do funcionalismo no Judiciário e no MP acaba ocupando cargos abaixo da posição na qual entraram na carreira. E gera custos.

 

Rombo relevante

Os desvios de função causam “um rombo orçamentário relevante”, disse um experiente desembargador federal a esta coluna.

 

Privatização sem tabu

Candidato do partido Novo a presidente em 2018, João Amoêdo defendeu ontem as privatizações que, segundo ele, “não podem mais ser tratadas como tabu”. Incluindo na área de saneamento básico, diz.

‘Coronel’ cerimonioso

Eleito senador, o tucano Tasso Jereissati tentava definir seu gabinete, no início de 2003. Levado a conhecer um gabinete típico, na Ala Teotônio Vilela, se espantou com as dimensões modestas: “É assim? A pessoa passa pela secretária e dá de cara com o senador?”

“É assim mesmo, senhor”, respondeu o funcionário do Senado.

Tasso preferiu um gabinete mais amplo no 11º andar do anexo, onde ficou até deixar o mandato. Após voltar ao Senado, ocupou o 14º andar. Para o visitante chegar a ele, precisa passar por quatro pessoas, incluindo atendentes, a secretária e o assistente.

 

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

www.diariodopoder.com.br

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