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Aluizio Cezar Valladares Ribeiro

Servidor público/economista

Reflexões

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02/11/2019 06h00
Por: Redação

A essência real para a nossa Independência

Já podeis da Pátria filhos,

Ver contente a mãe gentil

Já raiou a liberdade

No horizonte do Brasil;

Quando ouvimos nosso hino da Independência e historicamente ousamos buscar em nossas mentes as dificuldades que encontraram Homens de Bem no extermínio da usurpação que aqui se instalou e levando os grilhões do sufocamento a correr de rabo entre as pernas, hoje tendo a graça de integrar uma Instituição que articulou e ajudou neste grande feito, não pode aos olhos da grande tríade que nos abraça, praticar a base histórica em um marco, qual seja, aceitar a famigerada segregação e discriminação em relação as ditas “deficiências”.

Discutirmos as questões das épocas e sem o fortalecimento histórico que leva nos marcos dos registros o galardão da coragem e a busca da liberdade de iguais, tendem a possíveis oscilações que causam um estremecimento medonho se comparadas à base filosófica que não precisa de registros, pois a Liberdade, Igualdade e Fraternidade são marcos divinais e criados a molde do Pai – o Grande Arquiteto do Universo –  não cabendo ali dúvida alguma, ou até mesmo segregações e ou discriminações, pois para Ele, os desiguais são iguais e não há imposições de qualquer monta, pois em sua benevolência, nos concedeu o livre arbítrio e ao mesmo tempo, o remorso na consciência se fizermos algo que entendemos errado. O despertar para uma fraternidade que abraça a todos é fruto do amor maior.

Se a filosofia nos ensina, como nos apegar as regras como letras mortas e intransponíveis?

A interpretação e evolução do pensamento é função ativa do Homem, porque evolui no tempo, e se assim sempre foi, jurisprudências e ou interpretações tendem ao espetáculo da vida.

Os grilhões que nos forjava

Da perfídia astuto ardil...

Houve mão mais poderosa

Zombou deles, o Brasil.

A coragem no debate e nas mudanças de pensamentos são necessários, pois o Homem de antanho realmente necessitava da trolha e a espada para o trabalho árduo, assim como os cruzados, navegantes à caravela, infantes de mosquete e fuzil a mão, mas hoje, nos é ensinado, justamente com base na tríade que une os povos, o papel e a caneta como as melhores armas do pensamento.

Não temais ímpias falanges,

Que apresentam face hostil;

Vosso peitos, Vossos braços

São muralhas do Brasil.

A peja da discriminação, seja ela qual for, não tem caminho nas veredas que percorrem nossa filosofia, pois ao encontrarem as três matriarcas que amparam o amor – Liberdade, Igualdade e Fraternidade – não soprarão na intensidade que poderá mover um dente de leão em nossas pradarias.

O esforço hercúleo está apenas na aceitação do princípio da Igualdade no amor.

Ou ficar a Pátria livre

Ou morrer pelo Brasil.

 

Aluizio Cezar Valladares Ribeiro – Servidor público/economista – [email protected] 

 

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