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Lawrence Borges

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BastidoresBastidores por Lawrence Borges

19/11/2019 06h00Atualizado há 2 meses
Por: Redação

MOBILIZAÇÃO

Governo de Minas acenou ontem com recomposição salarial da categoria de segurança pública, às vésperas do projeto de lei que garantirá o pagamento do 13º salário deste ano ao funcionalismo. Ontem a categoria fez protesto na Cidade Administrativa e líderes do movimento foram recebidos pelo secretário de Planejamento e Gestão Otto Levy, que se comprometeu a enviar à Assembleia, até o dia 30 de novembro, um projeto de lei prevendo as medidas para recompor o salário da tropa.

 

ESFORÇOS

Falando em 13º salário, o governador Romeu Zema (Novo), que estará em Uberaba no próximo  dia 30, prometeu não poupar esforços para garantir o pagamento do servidor estadual. Para isso, cobrou agilidade dos deputados estaduais em votar projeto de lei enviado à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) que prevê antecipação dos royalties do nióbio.

 

SUCATEAMENTO

O governador Romeu Zema (Novo) também tem defendido a privatização da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e alerta para a necessidade de investimentos no setor e acusou gestões passadas de sucatear a estatal.  “A Cemig não é mais a mesma que era nos anos dourados. O Estado a sucateou muito. Quem afirma que ela não precisa ser privatizada é quem está dentro do gabinete, com ar condicionado. Eu tenho rodado muito e vejo que muitas cidades e bairros sofrem com quedas constantes de energia, pois falta estrutura, e o Estado, do jeito que está com dívidas, não possui recursos para arcar com os investimentos necessários.”, destacou o governador, completando que companhia necessita de R$ 21 bilhões em investimentos.

 

QUE CALOR

A Câmara Municipal de Uberaba publicou no Porta-Voz Extrato da Ata do Registro de Preço da licitação de 61 aparelhos de ar condicionado. Entretanto, a Câmara afirma que a aquisição e instalação imediata será para apenas dois equipamentos. Segundo a Câmara, o número maior de unidades se dá em virtude do que se chama tecnicamente de “economia de escala”, que é a garantia de preço pelo fornecedor para o período de validade do pregão, no caso 12 meses.

 

PESQUISA

A Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu) recebe nesta semana, de 19 a 21, pesquisadores da Embrapa Cerrados para mais uma etapa de avaliação de clones de mandioca destinados à região do Triângulo Mineiro. Os materiais avaliados terão como destino a indústria de farinha, fécula e alimentação animal. Nas etapas anteriores foram avaliadas cultivares para mesa, onde os materiais que se destacaram em rendimento e qualidade, como as cultivares BRS397 e BRS399, foram cedidas para produtores rurais em Uberaba e mais cinco municípios da região: Campo Florido, Fronteira, Delta, Sacramento e Veríssimo.

 

ECONOMIA CIRCULAR

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) - Regional Vale do Rio Grande reuniu representantes de 11 indústrias de Uberaba para um novo encontro do Programa Economia Circular. Eles definiram ações para concretizar os Planos de Negócios Coletivos, divididos em oito reuniões temáticas para cada tipo de resíduo. A expectativa é que, pelo menos, sete planos sejam finalizados ainda este ano. O Economia Circular tem a proposta de identificar oportunidades de negócios coletivos, a partir da análise de produtos e subprodutos nas empresas, favorecendo o reaproveitamento e a troca de recursos.

 

INÉDITO

Diretoria do Instituto Daniel Franco, em missão a países africanos, fechou acordo inédito para o Brasil, assinado no dia 15, feriado da República. A negociação tem foco na capacitação de alunos. Nesta missão, o primeiro país a assinar o “Acordo Bilateral de Cooperação Educacional”, com Brasil, intermédio do IDF, e chancela do Ministério das Relações Exteriores é a Zambia. “É um acordo inédito e muito importante para os dois países: Brasil e Zâmbia. Estamos concretizando nosso projeto de internacionalização e referendado o nome da cidade de Uberaba na área da Educação e Agronegócio “, diz o presidente, o professor Daniel Franco.

 

FAKE NEWS

Preocupado com a previsível avalanche de fake news numa eleição que envolve 5.570 municípios, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) quer coibir de forma explícita a disseminação de informações inverídicas e não verificadas durante a campanha do ano que vem. Um mecanismo contra o compartilhamento de notícias falsas foi incluído pela primeira vez em uma minuta de resolução do TSE. As resoluções são normas que balizam a atuação da Justiça Eleitoral durante as eleições.

 

FONTE

O artigo 9 do documento sobre propaganda eleitoral, disponibilizado para consulta pública em 8 de novembro, afirma que a utilização na propaganda de informações veiculadas por terceiros “pressupõe que o candidato, partido ou coligação tenha procedido à checagem da veracidade e fidedignidade”. Determina, ainda, que é preciso demonstrar o uso de “fontes de notória credibilidade” para embasar a informação. Caso contrário, um adversário que se sinta ofendido poderá pleitear direito de resposta, sem prejuízo de eventual responsabilidade penal.

 

UNANIMIDADE

O reitor da Universidade de Uberaba (Uniube), Marcelo Palmério, foi absolvido, por unanimidade, de ação por suposto crime de trabalho escravo, por parte da empresa Vale do Rio Grande Reflorestamento LTDA, no município de Catalão. O processo tramitava em 2ª Instância e os três desembargadores do Tribunal Regional Federal da 1ª Região absolveram o reitor. O Tribunal entendeu que as provas juntadas nos autos do processo são inteiramente favoráveis, não evidenciando, “em nenhum momento”, práticas do crime. Em 2006, a fiscalização do Ministério do Trabalho afirmou ter encontrado 164 trabalhadores em condições análogas à escravidão na fazenda do reitor, em Catalão. Desde então, Palmério nega as acusações.

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