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Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

Cláudio HumbertoCláudio Humberto Rosa e Silva é um jornalista brasileiro, colunista e editor-chefe do Diário do Poder, responsável pela ascensão de Fernando Collor de Mello no cenário político nacional. Sua coluna é reproduzida em jornais de todo o Brasil.

20/11/2019 06h00
Por: Redação

“Há duas certezas na vida: a morte e pagar impostos”

Delfim Netto, economista, três vezes ministro de Estado e ex-deputado federal

 

Aumento da área desmatada só foi maior com Lula 

O Prodes, sistema do INPE que monitora taxa de desmatamento na Amazônia, mostrou que a área desmatada cresceu 2,3 mil quilômetros quadrados desde o ano passado. A última vez que isso ocorreu foi entre 2003 e 2004, no governo Lula, quando a área de floresta destruída cresceu 2,4 mil quilômetros quadrados. Foram 27,8 mil quilômetros quadrados desmatados de 2003 a 2004. Segundo dados do Prodes, essa área é quase três vezes maior que a desmatada atualmente.

 

Sob controle

Segundo o Prodes, o desmatamento atual é 30% menor que a média histórica: 13,9 mil km2. Já foram desmatados 446,2 mil km2 desde 1988.

 

FHC, o campeão

O ano de 1995, primeiro do governo FHC, teve o maior desmatamento registrado no Prodes (29,1 mil quilômetros quadrados).

 

Eco-Dilma

Os anos de governo Dilma Rousseff, ao contrário do antecessor, registraram as menores áreas desmatadas.

 

O melhor ano

O ano de 2012 teve o melhor resultado já registrado sobre o desmatamento na Amazônia: apenas: 4,6 mil quilômetros quadrados.

 

Metade do óleo sai da Venezuela clandestinamente

Apesar do embargo à Venezuela, entre outubro e novembro o país do ditador Nicolás Maduro continuou a exportar petróleo e até aumentou o volume de 523 mil barris para 530 mil barris de petróleo por dia, segundo o banco de dados OilX. A maior parte do petróleo foi destinada à Índia e à China, sendo “navios fantasmas”, metade dos petroleiros que fizeram o transporte. Esses navios, conhecidos por “dark-ships”, desligam o transponder e outros equipamentos para não serem rastreáveis.

 

Como agem os culpados

O navio “Dragon” (Libéria) registrou localização na França, mas estava na Venezuela embarcando petróleo, segundo aponta a Bloomberg.

 

Enquanto houver demanda...

Contratado pela petroleira russa Rosneft, o “Dragon” transportou dois milhões de barris Venezuela clandestinamente. A empresa, claro, nega.

 

Cresceu pouco

De acordo com a Organização de Países Exportadores de Petróleo, a Venezuela exportou em média 644 mil barris por dia em setembro.

 

Nada supera olho-no-olho

Jair Bolsonaro aproveitou bem a convivência com os demais presidentes, na 11ª Cúpula dos Brics. “Parece pouco, mas o contato humano ainda faz toda a diferença”, disse um experiente diplomata, surpreso com a desenvoltura do brasileiro cuja “inteligência e simpatia” encantou a todos.

 

Chinês é o cara

A comitiva chinesa à 11ª Cúpula dos Brics, incluindo o presidente Xi Jinping, encantou os funcionários do hotel Royal Tulip, em Brasília. Apesar de todo o poder, revelaram-se humildes, educados e simpáticos.

PODER SEM PUDOR

O quase ministro

Durante anos o paulista Castilho Cabral acreditou que quase foi ministro de Jânio Quadros. Tudo por causa de um telefonema nos dias em que o presidente eleito se encontrava em Paris: “Monsieur Castilhô... Monsieur Quadrôs...”, anunciou o telefonista. A voz de Jânio apareceria em seguida: “Castilho, meu bem! Preciso de você no ministério, mas quero uma resposta agora...” Subitamente um ruído cortou a conversa, naqueles tempos sem DDD. “Monsieur Castilhô, São Paulô...” – insistia o tal telefonista, entre chiados. Era tudo uma brincadeira de dois amigos, Otto Lara Rezende (o “telefonista” parisiense) e José Aparecido de Oliveira, imitando Jânio.

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

www.diariodopoder.com.br

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