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Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

Cláudio HumbertoCláudio Humberto Rosa e Silva é um jornalista brasileiro, colunista e editor-chefe do Diário do Poder, responsável pela ascensão de Fernando Collor de Mello no cenário político nacional. Sua coluna é reproduzida em jornais de todo o Brasil.

27/11/2019 06h00
Por: Redação

“A corrupção transforma a nação numa republiqueta de bananas”

Senador Álvaro Dias (Pode-PR), para quem até o preço do arroz e feijão é afetado

 

Ex-ministra advogava para enrolado em escândalo

A ex-ministra do STJ e ex-corregedora de Justiça Eliana Calmon, que conquistou admiradores por sua atuação linha-dura, era advogada de Joilson Gonçalves Dias, filho e sócio de Adailton Maturino, falso cônsul da Guiné-Bissau e chefe da quadrilha desbaratada pela Operação Faroeste, da Polícia Federal, acusado de aliciar 4 desembargadores do Tribunal de Justiça da Bahia e 2 juízes. Eliana Calmon não foi citada no esquema que lesou centenas de agricultores em mais de R$1 bilhão.

 

O dono do mundo

O caso envolve área de 300 mil hectares, 4 vezes maior que Salvador, da qual José Valter Dias, cliente de Calmon, alega ser único dono.

 

Passando a peteca

Em 31 de outubro, apenas vinte dias antes da operação da PF, Eliana Calmon passou a procuração de Joilson para outros advogados.

 

Homenagem no TJ/BA

A advogada foi homenageada pelo presidente afastado do TJ/BA, junto a várias autoridades, que receberam medalhas nos 410 anos da corte.

 

Afastamento do cargo

Quando conselheira do CNJ, a então ministra do Eliana Calmon também decidiu pelo afastamento de 2 desembargadores do TJ/BA.

 

Iphan prejudica Brasília impondo praça imunda

O Instituto do Patrimônio Histórico (Iphan), hoje apenas uma agência de eventos (exposições, seminários etc), deixa claro o seu desapreço por Brasília ao impedir a recuperação da simbólica Praça dos Três Poderes, cujo piso imundo repugna os poucos turistas que ainda a frequentam, e as pedras portuguesas soltas estão prestes a serem transformadas em artefatos assassinos. À noite, a escuridão garante privacidade a drogados e a encontros com garotas de programa. 

 

Alegação ignorante

O Iphan quer manter a Praça dos Três Poderes como está, inclusive a escuridão, sob a alegação ignorante de “preservar” o projeto original.

 

Eles não têm memória

No Iphan, eles ignoram que nos anos 1960/70 famílias lotavam a Praça dos Três Poderes nas iluminadas noites de Natal. Mas hoje é só breu.

 

Símbolo nazi na praça

O Iphan veda limpar e iluminar, mas permite grades de ferro instaladas na praça pelo governo Lula, fazendo lembrar campos de concentração.

 

Cadeia no horizonte

Importante ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) disse que a condenação de Lula no caso do tríplex reuniu provas contundentes, porém “indiciárias”. No caso do sítio de Atibaia, “é batom na cueca”.

 

A vida é festa

Apadrinhado do governador goiano Ronaldo Caiado, Nelson Vieira Fraga Filho não consegue tirar do chão a Sudeco, da qual é o superintendente, mas decolou para passar esta semana em Portugal. 

PODER SEM PUDOR

Lei de palanque

Candidato a prefeito de Catolé do Rocha (PB) nos anos 1960, Benedito Alves Fernandes, o Biu Fernandes, encerrou a campanha usando a famosa expressão do Direito: “Dura Lex Sed Lex” (“A Lei é dura, mas é a Lei”). Como o povão não entendeu, Biu resolveu traduzir a frase: “Lutarei até morrer!”. Depois virou deputado estadual pelo DEM. Biu deve ter tomado conhecimento da sentença do escritor Fernando Sabino: “Para certos políticos a expressão mais adequada é ‘dura lex sed latex’ (‘a lei é dura, mas estica’)”.

 

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

www.diariodopoder.com.br

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