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Cláudio Humberto

Cláudio Humberto

Cláudio HumbertoCláudio Humberto Rosa e Silva é um jornalista brasileiro, colunista e editor-chefe do Diário do Poder, responsável pela ascensão de Fernando Collor de Mello no cenário político nacional. Sua coluna é reproduzida em jornais de todo o Brasil.

16/01/2020 06h00
Por: Redação

“O estoque não será zerado”

Rogério Marinho, secretário de Previdência, sobre os pedidos de aposentadoria

 

Petrobras de Bolsonaro corta 90% da propaganda

Um dos maiores anunciantes do Brasil, sob comando do governo federal, a estatal Petrobras cortou drasticamente a verba publicitária no primeiro ano de governo de Jair Bolsonaro. Corte chegou a 90%. Até julho de 2019 foram gastos R$8,5 milhões com propaganda em TV, revistas, jornais, rádio, internet, cinema, mídia externa e produção. Em 2018, por exemplo, o valor foi de R$122,4 milhões, 14 vezes maior.

 

Queda vertiginosa

Em 2014, ano de reeleição de Dilma e primeiro da Lava Jato, a farra da Petrobras com propaganda chegou a absurdos R$296,8 milhões.

 

Progressão

O governo Michel Temer já havia reduzido a verba de R$259,3 milhões em 2015 para R$143 milhões em 2016 e R$170 milhões em 2017.

 

Eletrobras reduziu

A estatal Eletrobras também reduziu gastos com publicidade, mas não muito: saiu de R$2,96 milhões em 2018 para R$2,3 milhões em 2019.

 

Sob nova direção

Através da assessoria, a Petrobras não deu maiores explicações. Atribuiu a redução à “política da empresa”, sob novo comando.

 

Importar não reduz preço de etanol, mas continua

A política predatória de importar álcool americano com imposto zero nunca reduziu preços ao consumidor, mas a prática predatória continua autorizada pelo governo. As importadoras de etanol são as “rainhas distribuidoras” de combustíveis, cujo lobby impôs essa prática durante o governo Dilma (PT) e, poderosas, conseguiram que o governo Bolsonaro a mantivesse. Elas importam etanol quando a produção do Nordeste está no auge e a do Sudeste suspensa pela entressafra. 

 

Perderam a vergonha

Com sua ganância ilimitada, as distribuidoras/atravessadoras querem controlar todo o fornecimento aos postos. E perderam a vergonha.

 

Perderam o pudor

Distribuidoras usam importações para fechar preços com lucros siderais. Não fazem mais cerimônia com o equilíbrio do mercado.

 

Aumento criminoso

O Brasil importa por ano 600 milhões de litros de etanol americano, mas a distribuidoras querem aumentar para 750 milhões de litros.

 

Caluniar agora pode

Juiz de Brasília livrou a cara do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, consagrando que no Brasil já não é crime de calúnia acusar de “chefe de quadrilha” um homem decente como o ministro Sérgio Moro.

 

Que vergonha

O secretário paulista de Agricultura, Gustavo Junqueira, está com os distribuidores de combustíveis, os que atuam como atravessadores encarecendo os preços finais, e não abre: ele é contra a venda direta.

 

Deboche socialista

Graças ao generoso STJ o ex-governador da Paraíba Ricardo Coutinho está solto. É acusado de chefiar “organização criminosa bilionária”, mas o PSB o protege, em vez de abrir o devido processo de expulsão.

PODER SEM PUDOR

Militar cumpre ordens

Na campanha presidencial de 1950, o ex-ditador Getúlio Vargas acabaria eleito. O País estava intranquilo e prosperavam os boatos sobre a insatisfação dos militares com o seu retorno ao poder. Filha de assessora de Getúlio, Alzirinha Vargas estava preocupada e quis saber sobre o futuro de tudo aquilo. “Papai, o que farão as Forças Armadas?” A resposta continha uma dose de sabedoria: “Farão continência, minha filha, farão continência...”

 

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

www.diariodopoder.com.br

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