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Marcos Moreno

Marcos Moreno

Marcos MorenoSou Marcos Moreno, comunicador com vários anos dedicados ao trabalho de colunista e assessor de imprensa. Há alguns anos com trabalho na mídia impressa e eletrônica voltado para os animais, notadamente pets.

17/01/2020 06h00
Por: Redação

 

Não basta ter dó da égua!

O que foi postado nas redes sociais (visto e comentado por pessoas de Uberaba, já que o fato aconteceu aqui) e que ganhou destaque entre tantos posts pedindo socorro, foi o que mostrou uma égua machucada, sofrida, vítima de maus tratos por seu dono que, imagino eu, num acesso de cólera ainda desferiu várias facadas no animal. Crueldade? Claro. Nem a situação precária deste indivíduo, que vive de transportar qualquer coisa no lombo de um velho e doente animal de tração para ter um prato de qualquer coisa pra comer, justifica tal crueldade. Ambos vítimas de uma situação que não se sabe onde começou e nem quando vai acabar. Só existe. AINDA! Esse é o fato lamentável. Especulações, opiniões e desabafos relacionados ao caso da pobre égua não param de aparecer. Realmente é de cortar o coração. Surgem então, no meio desse cenário de sofrimento, acusações, dedos apontados se cruzando nas telas dos comutadores ou celulares. Precisamos fazer alguma coisa! Quem deve fazer?

Aí também vem à tona o que de fato nunca deixou de transbordar, que é a situação de todos os animais abandonados na cidade. Falta dinheiro,  falta lares temporários, falta comida, remédio e principalmente consciência. Essa é a que mais falta. Falta individualmente, falta a quem deveria politicamente fazer alguma coisa. Assim são as acusações. Eu não sei. O que sei é que, como comunicador tenho encontrado pessoas cansadas da luta pela causa animal. E aí vai minha provocação. Realmente é muito difícil porque nesse trabalho, ou tentativa de trabalho, ou simplesmente (e muito mais valioso) a “mão na massa” no socorro dos pobres e indefesos animais, há também muita mentira. Muitas pessoas apresentam-se condoídas com a situação e cheias de ideias para fazer e acontecer. Mas quando colocadas à prova...

Há algum tempo escolhi me dedicar à comunicação nesse setor, o terceiro (?) Acho que no caso de animais, verdadeiramente ... Esse é o trabalho que por enquanto posso fazer. Mas esse trabalho só pode ser feito se tiver conteúdo. “Ah, não tenho tempo”, “não vou falar”, e a pior das situações:  a falta de uma resposta à oferta de espaço para se falar alguma coisa. A assinatura de um profissional avaliza uma matéria, chancela um artigo, divulga um trabalho, uma ideia, uma clínica, uma apoio à causa... Para resumir. Enfim, não basta ter dó da égua (que já foi socorrida, graças a Deus e à atitude de algumas pessoas), tem que sair da inércia, da zona de conforto, aproveitar o tempo realmente. Botar a boca no trombone. É isto...e muito mais. 

 

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Você sabe o que é TAA?

A convivência com animais de estimação traz benefícios incontestáveis. Recentemente, porém, os pets têm ajudado os seres humanos de outra maneira: no tratamento de doenças.

Chamada de Terapia Assistida por Animais (TAA), ou “pet terapia” e “zooterapia”, a prática consiste em reeducação física, social, sensorial e psíquica com o auxílio de bichos e já é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO).

A pet terapia é um método que utiliza um animal específico como mediador no processo terapêutico. Por exemplo, a terapia assistida com cães, onde o profissional e o animal atuam diretamente na afetividade e nas situações relacionais e conflitivas do paciente.

O tratamento com animais possui um programa a ser seguido e é acompanhado por um terapeuta, que pode ser um fisioterapeuta especializado, um fonoaudiólogo ou outro profissional da área, para orientar os exercícios.

“Na equoterapia, o cavalo é utilizado como auxiliar por três motivos: cultural, psicológico e biomecânica”.

Geralmente, o tratamento com animais exige a participação do corpo inteiro, o que promove o desenvolvimento da força muscular, conscientização dos músculos, além do aperfeiçoamento da coordenação motora e do equilíbrio do portador de deficiência.

Os bichos também servem para estimular a atividade cerebral, a liberação de hormônios e até mesmo diminuir a pressão arterial.

 

O animal funciona como um resgate da natureza, de ajudar o outro. 

Já existe um sistema que é feito para tablets e smartphones e permite a inclusão de símbolos, vozes e sons personalizados, que podem ser até os ruídos dos animais. A partir disso, os praticantes usam a tecnologia enquanto têm o contato com os bichos. O aparelho pode ser utilizado no tratamento com cavalos ou com outros animais – cachorros, aves de bico curto, répteis, jabutis e roedores de modo geral – e é destinado a uma criança que não fala ou que tem algum problema de comunicação.

Além das pranchas, existem outras facilidades tecnológicas que podem ajudar a pet terapia, como o colete de cão guia, no qual é possível colocar emojis e letras para ajudar na alfabetização, linguagem e otimizar a comunicação.