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Fabiana Silbor

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Fabiana SilborFabiana Silbor é Professora Universitária, radialista, apresentadora de televisão, jornalista, palestrante, gestora empresarial, articulista e pesquisadora nas áreas de ciências sociais e empresariais. Referência midiática, ela está no Jornal de Uberaba há nove anos, com uma página que promove conteúdo exclusivo, reflexões modernas, complexas e com doses cítricas. Fabiana Silbor foi repórter e apresentadora das Redes Integração, afiliada Globo, e Bandeirantes de Televisão.

26/01/2020 06h00
Por: Redação
O espetáculo da alta costura de Oscar de La Renta promete muita elegância e requinte. Detalhes raros para cada ocasião.
O espetáculo da alta costura de Oscar de La Renta promete muita elegância e requinte. Detalhes raros para cada ocasião.

Bem vindo. Bem vinda!

Adeus janeiro de 2020.

Fevereiro chega fazendo barulho com brilhos e serpentinas.

 

Sobre aqueles que mantêm o idealismo e a retidão...

E se ela contasse sobre cada um que tentou diminuir sua luz?

Ou falasse dos blecautes provocados por quem vive na escuridão?

Poderia, também, revelar as tentativas mal intencionadas para lhe ofuscar.

Mas, desde cedo, ela soube que brilhar incomoda os que vivem apagados.

E ela entendeu quem precisa ser ignorado.

Até que esse tipo de ser seja extinção!

Porque o mundo acende quando lutamos contra os promotores das sombras.

E ao se vestir de coragem para a eterna batalha ela procurou ajuda...

Ao olhar para o lado, para frente ou para traz viu anjos sorridentes e brilhantes.

Juntos, formaram uma legião para a evolução.

São como as estrelas.

E você sabe como acontece a interação entre a luz e a matéria?

Está associada à diferença de energia envolvida. O desejo.

Porque nós damos o que temos, o que somos, o que nos tornamos.

Quanto a ela, quanto a mim, só lhe desejo o melhor.

Às vezes quando anoitece parece que o sol se foi.

Mas basta produzir calor próprio, aquecido pela chama da fé...

E ver que o amanhecer revela que ele jamais se ausenta.

Mesmo nos dias nublados, de chuva, nas noites traiçoeiras...

A força que une essas partículas vem do Ser que ofusca o mal.

E se Deus está, ninguém pode impedir ela de brilhar!

 

Valorizar o descartável pode tirar nosso maior patrimônio.

Desrespeitamos o tempo. Síndrome da vida lotada e valorizamos, desesperadamente, alguém que nos atenda prontamente. A instantaneidade é oásis. Estamos um povo ‘miojo’.

 

A maior parte da mudança não está no que fazemos e sim em como fazemos.

Duvidamos das contrapartidas do Universo. Confiança parece uma ameaça à sobrevivência. Apossamos de todas as responsabilidades e relatamos essa impossibilidade em traduções equivocadas, compulsivas e estressantes.

 

O desafio é a constância e não nos perdermos no não essencial.

Acreditamos na desistência. E erguemos taças para brindar novas vivências que chegarão lotadas de velhos equívocos. Egoísmo virou sinônimo de salvação. Sensualidade, moeda para troco. Cansaços, motivos para a destruição. Dores, alternativas para se vingar.

 

Pessoas que investem em motivar ganham riquezas eternas.

Precisamos de novos sonhos, nobres vocabulários, doces realizações. Encontramos todos os motivos para a insatisfação, mas pouco nos esforçamos para experimentar a salvação.

 

Somos moldados pelo que fazemos ou deixamos de fazer.

Vivência que não vem pronta na latinha, com data de validade, em pequenas porções. Para usar em um modo que concentre e tempere tantos anseios e desencontros de uma maneira singular. Será que vamos apreciar, ainda, mais a destruição? Todas as setas intelectuais, fictícias, emocionais indicam para o sim, mas podemos aprender a resistir.

 

Não subestime as pessoas quando elas resistem à mudança.

Com estoques de gratidão quase zerados, a nova civilização caminha firme para ofertas de distrações externas e mantém inalterado o perdido gosto pela autopreservação. Sempre confiantes na confusão entre ser e ter, estamos crucificados pelas nossas próprias incompreensões.

 

Coragem para mudar o que deve e aceitação para o que já era.

Com tudo contra, há uma força de sobrevivência, realmente, sobrenatural, que nos impede de parar. Como se fossemos uma forte escavadeira, nós retiramos partes mais densas, contaminadas, rasgamos todos os danos e fazemos uma limpeza emocional. Quando esse organizar assume as responsabilidades abrimos vagas para outras experiências.

 

Vai passar. Se for bom vai passar e se for ruim, também.

Não é tão simples como parece, afinal nada num viver sem manuais de instrução é desprovido de intensidades, mas é possível repensar os temores e assumir a incontrolável posição de estar à deriva em busca de um porto seguro. Mas, sempre quando essa viagem termina imediatamente já começa a outra. Somos sempre equilibristas.

 

Humanizar é se contemplar como um ser que depende de outro.

Em tempos de insanidade onde os valores estão enganchados num relativismo vulgar temos que fortalecer nossas piedades. Esse martírio destilado em cada procissão, para conseguir o pão nosso de cada dia, deve ser mais corajoso, mais posicionado, mais abençoado por nossos próprios perdões.

Enobrecer é ser capaz de reconhecer que temos a estranha mania de julgar.

E, quase sempre, essa inadequação é sintoma de defesas prontas. Somos todos meros aprendizes e se há milagre na vida, ele está no compartilhar porque sonhos não têm comparação.

Por isso quando ouvir a frase “se tiver que ser... será...” Duvide! O destino apoia, mas nunca decide nada sozinho. Precisamos de atitude para demonstrar carinho, para secar lágrimas e para construir sonhos. Quem ama se importa.

 

Todos os dias nós conhecemos pessoas que fazem o impossível acontecer.

E são tão especiais que fazem parecer fácil de realizar. Uma pessoa que escreve bem, fala bem, se expressa com competência, certamente, tem se preparado imensamente para essas tarefas que são desafiantes e exaustivas, sobretudo, na era atual. É preciso estudos extenuantes, dedicações e lapidações diárias para alcançar a excelência. Assim é fundamental o respeito à produção intelectual e à autoria de conteúdos. Gostos e desgostos, opiniões todos têm.

Mas a ciência para gerar uma intenção, transformar em uma criação bem sucedida, para diferenciar de tudo que já foi feito é uma capacidade alicerçada em formação acadêmica, vivência mercadológica, especializações e estudos permanentes. Pensar é o trabalho mais difícil da humanidade. Pensar com estratégia e viabilizar o roteiro para o sucesso da ideia é, ainda, mais valioso.

Quem vai à padaria e compra um pão paga pela fome.

Se você precisa de alguém para pensar por você, esse serviço, também, tem preço. Você paga pelo produto, mas não compra a pessoa. A arte de escrever, de falar é rara e difícil. Requer capacidades desenvolvidas e dedicação fortalecida. É fundamental proteger e reconhecer a competência intelectual.

Uma humanidade pobre de saberes é um povo miserável na evolução.

Embora muitas coisas mudem, a maioria delas permanece constante.

 

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