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Artigo

Aluizio Cezar Valladares Ribeiro

Servidor público /economista

Reflexões

ReflexõesArtigos diários

08/02/2020 06h00
Por: Redação

Guarda o teu pé quando entrares na casa do Senhor

Eclesiastes 5:1

Estava eu cá com minhas interrogações quanto ao tema que iria desenvolver para a elaboração de minha crônica semanal, cuja tarefa se dificulta ao longo do tempo, pois várias temáticas convergem sempre para pontos que tem origem que dissipa.

Mas ter amigos, ou melhor, Irmãos que disponibilizam seus pensamentos à reflexões é algo difícil de acontecer hoje, pois os modelos tecnológicos proporcionam os processos de copiar e colar, ou ainda o do simples encaminhar uma mensagem, contudo sem a expressão particular de quem a repassou.

Mensagens maravilhosas com seus respectivos idealizadores recebemos a cada momento, também as esdrúxulas, partidárias e sem nexo algum que não agregam e nem mesmo são cabíveis de término das leituras, mas muitos utilizam de vídeos e mensagens e carregam seus traços e pensamentos que proporcionam reflexões associativas e para a nossa divagação, o belo passeio de pensar sem rumo certo.

Este passeio é consigo mesmo e a tarefa do pensar e refletir, este Irmão me proporcionou de sentar as nuvens, aliás, a minha nuvem.

Aquele vídeo sem sua expressão nada seria e nem me tocaria para a redação, demonstrando com isso o “Quão bom e sua é” a expressão do coração carregada na conservação do maior dos costumes que é o culto ao Pai no exercício diário da postura e compostura humana.

Também o fez de forma contundente a valorização histórica dos costumes na ritualística certa e modelar de antanho, garantindo uma forma única e necessária do encantamento do coração, e não da expressão profana de ser.

Que a surpresa seja íntima e não gloriosa em festivas e confraternizações, pois a caminhada evolutiva é ferrenha e dolorosa como a do maior Mestre que aqui passou, e não em reuniões e tratativas vaidosas do ter.

O saber da importância do solo sagrado e consagrado, que proporciona a possibilidade da absorção do toque ao peito.

O destaque dado a preservação do costume é forte e latente, exigindo dos que o conhecem um trabalho diuturno de policiamento e enquadramento a forma, pois a liturgia esperada e magnetizada, é sintetizada em um encontro consigo mesmo.

Diz Ele ao final de sua mensagem aos filhos da Viúva: “a Ordem deve ser por nós preservada para propiciar ao recipiendário uma nova vida”.  

O trabalho da conservação dos bons costumes e da grande ação de se distribuir, compartilhar e servir para essa nova vida, veio de encontro ao que Mestre Jesus nos ensinou, pois a distinção de classes, etnias, cores, certo, errado, ou qualquer predicativo que fere o reconhecimento e o encontro do Pai em si, passa pela essência fraternal que Jesus espargiu até em seu sangue.

Aprendi que quando tocado, o reconhecimento à obrigação é dever em aliança, e hoje minha manhã está mais clara.

Essa mensagem que recebi foi de meu Irmão Maurício Ferreira, Mestre em todas as horas, que na sutileza do verbo, moveu minha montanha.

Essas linhas são pra ti na forma da gratidão. 

 

Aluizio Cezar Valladares Ribeiro – servidor público /economista 

 

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