Atos em defesa

Atos em defesa da educação e contra a reforma da Previdência

Atos em defesa da educação e contra a reforma da Previdência

14/08/2019 06h00
Por: Redação
Manifestantes ocupam rua do centro de Salvador durante protesto
Manifestantes ocupam rua do centro de Salvador durante protesto

Cidades brasileiras registraram, desde a manhã de ontem, atos em defesa da educação e contra a reforma da Previdência. Até por volta de 13h, 36 cidades de 16 estados e do Distrito Federal haviam tido protestos pacíficos.

Desde maio, após governo do presidente Jair Bolsonaro anunciar cortes na educação, esta é a terceira mobilização nacional em defesa do setor. A primeira foi em 15 de maio e ocorreu em ao menos 222 cidades de todos os estados e do DF. A segunda aconteceu em 30 de maio, em pelo menos 136 cidades de 25 estados e do DF.

Os protestos desta terça-feira foram convocados por entidades estudantis, como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes).

A pauta contra a reforma da Previdência tem sido recorrente em atos que envolvem críticas ao governo federal. A proposta de emenda à Constituição que altera as regras da Previdência foi enviada pelo Executivo ao Congresso. O texto já foi aprovado em dois turnos na Câmara e agora está sendo discutido pelo Senado.

No DF, professores, estudantes e lideranças indígenas de todo o país se reuniram na Esplanada dos Ministérios, área central de Brasília, para protestar contra os cortes da educação e contra a reforma da Previdência. Mais cedo, manifestantes fecharam três faixas da Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB) com pneus em chamas, o que causou engarrafamento antes das 7h.

Às 10, três faixas da via S1, no Eixo Monumental, foram bloqueadas na altura da Rodoviária do Plano Piloto. A interdição ocorreu enquanto os integrantes do protesto caminhavam em direção ao Congresso Nacional.

Quando os manifestantes alcançaram o gramado próximo à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal, por volta das 11h, o trânsito foi liberado. Às 13h, o protesto foi encerrado após discursos.

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