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Marcos Moreno

Marcos Moreno

Marcos MorenoSou Marcos Moreno, comunicador com vários anos dedicados ao trabalho de colunista e assessor de imprensa. Há alguns anos com trabalho na mídia impressa e eletrônica voltado para os animais, notadamente pets.

13/03/2020 06h00
Por: Redação

Dicas para evitar a obesidade do seu pet

A obesidade atinge entre 30% a 50% da população de cães e gatos no Brasil, confira algumas dicas para evitá-la

 

Um estudo conduzido na Universidade de São Paulo (USP) em 2019 aponta que 41% dos cães são considerados com sobrepeso ou obesos na cidade de São Paulo. Fatores como castração, avanço da idade do pet e doenças concomitantes influenciam na questão da obesidade, mas, no geral, o sobrepeso é uma combinação da ingestão calórica excessiva com pouca atividade física do animal. 

“É possível identificar quando o pet apresenta sinais de sobrepeso apalpando o animal e os ossos da costela. Sentir uma camada de gordura maior na base da cauda pode ser um sinal”, afirma uma especialista “Mas, apenas um veterinário pode dar esse diagnóstico, por isso a importância de ter um acompanhamento próximo desse profissional”, completa. 

À medida que a gordura corporal dos pets aumenta, há maior predisposição a doenças desde lesões físicas, diabetes e até osteoartrite, distúrbios respiratórios ou cardiovasculares e câncer. 

 

O que fazer?

Controle o que seu pet come - É preciso ter atenção especial para a alimentação. Geralmente, além das refeições regulares, alguns tutores oferecem petiscos em excesso para seus animais e isso pode aumentar o risco de obesidade.

• Mantenha uma rotina de atividades físicas - É importante acostumar o animal a praticar atividades físicas de forma regular. Para cães, os passeios são essenciais. No caso dos gatos, vale apostar em brincadeiras de “perseguição”, ou seja, balançar objetos que atraiam a atenção do animal ou colocar a comida em locais altos para estimular o animal a saltar e gastar energia ao “caçar” o alimento.

• Estimule o uso de brinquedos - Como imprevistos acontecem, quando não puder praticar atividades físicas com o seu pet, estimule o uso de brinquedos, como bolinhas e arranhadores. 

• Faça visitas regulares ao veterinário - Todo pet deve ser acompanhado por um veterinário, mas, quando ele estiver com sobrepeso, essa rotina é ainda mais importante. 

 

Cats

Os gatos ainda não são maioria nas casas dos brasileiros, mas a popularidade dos bichanos tem aumentado fortemente.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são 23,9 milhões de felinos no país, versus 54,2 milhões de cães e 39,8 milhões de aves, de um total de 139,3 milhões de animais domésticos. As estimativas apontam que, até 2022, a quantidade de gatos chegará a 30 milhões.

Segundo pesquisa, o aumento dos “gateiros” (como são chamados os donos dos felinos) se dá pela vontade de ter um animal de estimação — porém um bichinho que consiga se adaptar melhor à rotina intensa de trabalho dos donos. “Os gatos são menos dependentes do que os cachorros. Ao ter um gatinho, você continua suprindo a necessidade de ter um companheiro, mas com um toque a mais de independência”, diz Calil.

Com o crescimento da população de gatos, não é só o sofá que fica mais cheio de pelos — o mercado de produtos para animais de estimação também tem de se adaptar.

Gastos com gatos

A média de gastos mensais com animais ainda é maior com cães de grande porte (425,24 reais), seguidos de cães de médio porte (326,98 reais), cães de pequeno porte (274,37 reais) e gatos (205,94 reais). Os animais mais econômicos, de acordo com o IPB, são as aves — os donos, em média, gastam 17,38 reais.

O mercado brasileiro está bem aquecido, mas é nos Estados Unidos que ele segue mais forte. As estimativas da American Pet Products (APPA) apontam que, em 2019, foram gastos mais de 75 bilhões de dólares para o bem-estar dos animais de estimação — não é por menos que, em 2018, os EUA representaram 40,2% de toda a movimentação global do mercado, gastando 72,5 bilhões de dólares.

 

Macacos famintos vagam por ruas na Tailândia

É de conhecimento de todos que os macacos andam livremente pelo Sudeste Asiático. É comum encontrar vídeos na internet com macaquinhos convivendo com humanos no meio das ruas e participando do dia a dia. 

No paraíso dos macacos, é recomendado não alimentar os donos do lugar, pois na própria natureza eles encontram todo o alimento que precisam para sua sobrevivência. Entretanto, como bons moradores locais, os macaquinhos adoram se aproveitar de turistas para conseguir alguma comida ou suvenir.

Agora, bandos de macacos famintos estão sendo vistos vagando por ruas de Lopubri (Tailândia) após os costumeiros turistas desaparecerem da região por causa do temor do coronavírus. Sem os visitantes, as centenas de animais perderam a principal fonte de alimentação.

A situação ficou mais tensa quando os macacos avistaram um outro comendo uma banana e investiram contra ele.