Turismo

Sete cachoeiras imperdíveis para curtir em Minas Gerais

Em todas as regiões é possível conferir essas belezas naturais e ainda conciliar outras experiências turísticas

22/03/2020 06h00
Por: Redação
Cachoeira da Taioba, no Parque Nacional da Serra do Cipó
Cachoeira da Taioba, no Parque Nacional da Serra do Cipó

Para quem busca destinos com natureza exuberante e cachoeiras, Minas tem milhares de quedas d’água catalogadas nas mais diversas regiões do estado. “Sempre há uma cachoeira por perto quando o destino escolhido é Minas Gerais, seja para uma viagem de muitos dias ou de apenas um fim de semana. Em todas as regiões é possível conferir essas belezas naturais e ainda conciliar com outras experiências turísticas, como conhecer roteiros de queijos e azeites e também de patrimônio histórico e geográfico”, afirma Fernanda Fonseca, superintendente de marketing turístico da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult).

Fernanda Fonseca explica que a maioria dos tradicionais roteiros turísticos em Minas Gerais, seja pela gastronomia ou pelas cidades históricas, por exemplo, tem cachoeiras próximas. “Isso ajuda a diversificar os programas e torná-los ainda mais agradáveis, seja para grupo de amigos, casais, famílias e até para quem prefere viajar em sua própria companhia.”

Um desses destinos que conciliam experiências diferentes é a Serra da Canastra. A região abriga centenas de cachoeiras, como a Casca D’Anta, considerada a maior queda do Rio São Francisco e a segunda maior do estado. Está localizada dentro do Parque Nacional Serra da Canastra, em São Roque de Minas, que atrai visitantes também pela fama na produção de queijos canastra.

Outras cachoeiras que se destacam na região são a do Zé Carlinhos, considerada um refúgio em meio à natureza e localizada no município de Delfinópolis; Cachoeira Maria Augusta, tida para muitos como uma das mais acolhedoras do município de São João Batista do Glória; e a Cachoeira do Fundão, também localizada dentro do parque e vista como um exemplo de natureza preservada.

Para quem quiser conhecer a maior cachoeira do estado e a terceira maior do Brasil, basta ir até a Serra do Espinhaço, no município de Conceição do Mato Dentro. Lá está a Cachoeira do Tabuleiro, que tem 273 metros de queda livre, formada a partir de um paredão digno de admiração. Ela foi eleita uma das sete maravilhas da Estrada Real e não decepciona quem se aventura nos cerca de 4 quilômetros de trilha para chegar até o poço. Está localizada no Parque Natural Municipal do Tabuleiro, que integra o Parque Estadual da Serra Geral do Intendente, e fica a 160 quilômetros de Belo Horizonte.

Para aqueles com preparo físico em dia e que querem opções perto da capital mineira, o Cânion das Bandeirinhas, no Parque Nacional da Serra do Cipó, reúne cachoeiras, cascatas e piscinas naturais de águas cristalinas. A distância da entrada do parque até o cânion é de cerca de 12 quilômetros, em trilhas bem demarcadas, sinalizadas e praticamente planas, com algumas travessias de rios. Durante o trajeto, é possível conferir outras cachoeiras, como da Farofa e da Taioba. A Serra do cipó fica a 100 quilômetros de Belo Horizonte.

 

 

Ideais para banho e contemplação

Complexo da Fumaça, do Tira Prosa, da Vargem Grande e da Ponte - Foto: Divulgação

 

 

 

 

 

Como o que não falta em Minas são cachoeiras, outra opção que reúne um conjunto vasto de quedas d’água impressionantes é o Complexo da Zilda, no município de Carrancas, Sul de Minas. Muitas delas ideais para banho, descanso e contemplação. Um dos destaques do Complexo é o Escorregador Natural da Zilda, uma pedra lisa de cerca de 6 metros, ideal para adultos e crianças que gostam de muita diversão.

Em Carrancas, que fica a 300 quilômetros de Belo Horizonte, há ainda outros importantes conjuntos que integram belíssimas cachoeiras e piscinas naturais: Complexo da Fumaça, do Tira Prosa, da Vargem Grande e da Ponte. Cada um com sua particularidade e suas opções para banhos, mergulhos, descanso e contemplação.

No Sul de Minas, entre outros municípios que abrigam quedas d’água de tirar o fôlego estão Aiuruoca, Gonçalves, São Tomé da Letras e Baependi, todos pertencentes à Serra da Mantiqueira.

 

Trilhas e aventuras - Para os viajantes dispostos a gastar mais tempo e energia nas trilhas de acesso às belas quedas d’água, uma alternativa é a Cachoeira do Crioulo, dona de uma das mais belas paisagens do Parque Estadual do Rio Preto, em São Gonçalo do Rio Preto, no Vale do Jequitinhonha, a 350 quilômetros da capital mineira e muito próximo de Diamantina – cerca de 50 minutos de trajeto. Para chegar até essa queda d’água são cerca de 6 quilômetros de caminhada, que pode durar até quatro horas. No entanto, o esforço compensa: com uma prainha de areia branca e água cor de mel, ela forma um poço ideal para banho, mergulho e descanso.

Para os aventureiros, uma dica é a cachoeira da Fumaça, em Nova Ponte, no Triângulo Mineiro, a 60 quilômetros de Uberlândia e 440 de Belo Horizonte. Considerada uma das mais belas da região, ela é vista como um convite para os amantes de práticas esportivas como rapel e cabo aéreo, que podem ser feitos nos 60 metros de queda de muita água cristalina. Para quem quer descansar, a cachoeira tem, em suas imediações, poços e piscinas ideais para banhos.

Outros destinos onde é possível encontrar cachoeiras e que são mais próximos da capital são Itabirito, Rio Acima, Santana do Riacho, Itambé do Mato Dentro e Jaboticatubas.

 

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