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Fabiana Silbor

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Fabiana SilborFabiana Silbor é Professora Universitária, radialista, apresentadora de televisão, jornalista, palestrante, gestora empresarial, articulista e pesquisadora nas áreas de ciências sociais e empresariais. Referência midiática, ela está no Jornal de Uberaba há nove anos, com uma página que promove conteúdo exclusivo, reflexões modernas, complexas e com doses cítricas. Fabiana Silbor foi repórter e apresentadora das Redes Integração, afiliada Globo, e Bandeirantes de Televisão.

22/03/2020 06h00
Por: Redação

Bem vindo!

Bem vinda.

 

Em tempo de contaminação chegou a sua hora de repensar suas atitudes.

O isolamento social vai permitir olhar para si mesmo.

Tenha coragem de olhar para a própria vida.

Pare de por a culpa nos outros e assuma sua responsabilidade nesse existir.

Reveja os atos que lhe trouxeram até aqui e mude.

Desista da arrogância e da prepotência.

Todos nós devemos melhorar, evoluir, progredir.

 

Antes você era um marco esperado.

Agora é fato consagrado.

Do que se esperava, ficou a realidade.

Que mesmo assim explícita, é povoada de inverdades.

E do que será de ti, só o tempo há de revelar.

Mas nessa estrada de vieses rasos que lhe tiram tudo, o bem feito, ninguém vai apagar.

 

 

Seja bom. 

Faça o bem.

Nutra sua vida pelo que é generoso.

Aprenda a decidir com carinho desinteressado.

 

 

Tenha paciência e compaixão por quem você desconhece.

Mas, sobretudo tenha o dobro de coragem em ser melhor para quem lhe ajuda.

Faça da gratidão seu critério de avaliação. 

E renove sua força de vontade para a compreensão.

 

 

Tenha respeito pelas características individuais.

Jamais faça pouco da dor que o outro diz ter.

Enxergue novos caminhos para continuar as relações.

Transforme suas fraquezas em oportunidades para amadurecer.

 

 

Desista de abandonar, de trair, de mentir, de desprezar.

Prefira permanecer, compartilhar, se mostrar, reconhecer.

Valorize quem investiu em você e acolheu suas inseguranças.

Sentimos a vida roubada quando fazemos escolhas rasas.

 

 

A melhor diversão é a felicidade autêntica.

O maior tesouro é o olhar que provoca o riso.

Um grande presente é o despertar que nasce do sentimento.

Um motivo capaz é o de se superar para desenvolver merecimentos.

 

 

Seja um construtor. 

Edifique!

Ofereça seus valores como matéria prima.

Estar com pessoas é desbravamento.

 

 

Pense menos nas próprias razões.

Já faliu essa teoria tão pratica de validar só próprios desejos. 

Fomos feitos para a união.

A paz e as guerras são as duas faces da comunhão.

 

 

Recomponha sua integridade ao falar de desconhecidos.

Uma história tem sempre muitos lados sentidos.

Evite que o egoísmo conduza seus julgamentos.

Avance além de pequenos argumentos.

 

 

Deixe de lado a pressa se quiser ter certezas.

O que parece incrível, com o tempo pode ser tornar desnecessário.

E vice e versa.

Bem poucas são as conquistas verdadeiras que nascem à primeira vista

 

 

Amor é um tempo longo. 

Dentro dessa vitória tem muita história.

Jamais pode denominar assim, o que nasce ou morre da noite para o dia.

 

O verdadeiro espetáculo começa quando o show acaba.

É na rotina dos bastidores que a alma se exibe.

Ter a vida real como palco é para quem aceita um papel nobre.

De ser famoso e idolatrado por quem nos vê sem artifícios.

 

 

A poesia foi feita para dar sabor às palavras.

O verbo é permeável. 

Assim têm poetas que fazem trovas doces, outros, amargas.

Mas tem algo que a rima não permite: ser usada como arma contra inocentes.

Quando assim, cedo ou tarde, a inspiração é contaminada de blecautes.

E reside nesse escuro vazio uma certeza latente.

 

 

As buscas são tão sagradas quanto pessoais.

A diferença está em como os seres perseguem essa escolha.

Ninguém tem o direito de tirar do outro a decisão.

Por isso, o anúncio da preferência é mais bonito quando recheado de solidariedade e gratidão.

 

 

O estranho que cativamos é nossa responsabilidade, também, já dizia o tal príncipe.

Ao sermos dois, permanecendo, ainda, um, mutamos. 

Quando desembarcamos no novo, trazemos na bagagem o que fomos, o que foram.

Temos um tanto de graça e desgraça alojado nessa herança. 

Porque fica em um pouco do que nos foi oferecido ou negado, no aparte.

 

Se vestir de bonito para encantar é um jeito recomendável de enganar.

Nessa hipocrisia procrastinada que valoriza gente mal amada...

As aparências são iscas valorizadas.

Mas só se dá o que se tem.

E quem com tão pouco se faz, com menos percebe o que o outro traz.

Mesmo que seja a raridade de maior valor!

 

Nascer e viver no interior de um país nos dá raízes distintas das que têm o homem metropolitano. Nem melhores, nem piores, diferentes, apenas. O Ser Caipira é ingênuo, é bondoso, sabe dar valor, e essas características, apesar dos deboches que as consagraram como motivos de piada, as transformando em estigmas do nosso povo, em nada são motivo de vergonha. Ao contrário, são fortalezas das quais se devem orgulhar aqueles que as nutrem. 

Viva o domingo! Viva!

Um beijo. Fabiana Silbor.

 

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