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Fiscalização

Fiscalização de comércios que desacatarem decreto será ampliada

Um levantamento, por parte da Secretaria de Defesa Social, está sendo feito de todos os fiscais disponíveis na Prefeitura

08/04/2020 05h00
Por: Redação

Prefeitura de Uberaba irá reforçar a fiscalização dos comércios do Município a partir da próxima segunda-feira (13), data em que entra em vigor o decreto 5444, editado pelo Município nesta segunda (6). Em reunião do prefeito Paulo Piau ontem, que envolveu a Polícia Militar, Polícia Civil, Guarda Municipal, Vigilância Sanitária, Procon, Codau e Secretarias de Saúde, Defesa Social, Desenvolvimento Social, Finanças e Educação, foi definido que todos os pontos de fiscalização da Prefeitura irão atuar no cumprimento do decreto.

"Essas medidas deveriam ser desnecessárias, mas infelizmente precisa ter a fiscalização, principalmente em cima da Posturas, para ver se o comércio está abrindo de maneira correta, se uma prestação de serviço está adequada, se um comércio de serviços essenciais está fazendo a esterilização adequada, se as pessoas estão de máscara", ressalta o prefeito Paulo Piau.

Um levantamento, por parte da Secretaria de Defesa Social, está sendo feito de todos os fiscais disponíveis na Prefeitura para organizar a atuação do contingente que irá às ruas a partir de segunda-feira (13). Uma central para receber e filtrar as denúncias a serem repassadas para as equipes de fiscalização também está sendo estudada.

O prefeito foi enfático: "Não vamos brincar. Porque o que estamos fazendo é não deixar que falte hospital para cada uberabense. Se não cumprirmos as determinações e relaxar no cumprimento do decreto, que é técnico, poderá ter um caos, como já está acontecendo em Manaus, que não tem mais hospital para as pessoas doentes de coronavírus. Quer dizer, já deu blackout no sistema hospitalar e nós não podemos deixar que em Uberaba aconteça isso. Se vermos que as regras não estão sendo atendidas é para que a penalidade seja aplicada. E, se for necessário, voltamos atrás e fechamos tudo. E que estamos buscando é um ponto de equilíbrio entre a Saúde e aqueles que precisam ter seu ganha pão para sustentar a família".

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