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Fabiana Silbor

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Fabiana SilborFabiana Silbor é Professora Universitária, radialista, apresentadora de televisão, jornalista, palestrante, gestora empresarial, articulista e pesquisadora nas áreas de ciências sociais e empresariais. Referência midiática, ela está no Jornal de Uberaba há nove anos, com uma página que promove conteúdo exclusivo, reflexões modernas, complexas e com doses cítricas. Fabiana Silbor foi repórter e apresentadora das Redes Integração, afiliada Globo, e Bandeirantes de Televisão.

26/04/2020 05h00
Por: Redação
Alex Dias e Andreza Almeida Dias, juntinhos com fofíssimo Lucca Almeida Dias. Uma família linda e abençoada. Com carreiras bem sucedidas e muito amor na vida pessoal, eles merecem muitas felicidades. Andreza é uma referência e soluções e excelência no rel
Alex Dias e Andreza Almeida Dias, juntinhos com fofíssimo Lucca Almeida Dias. Uma família linda e abençoada. Com carreiras bem sucedidas e muito amor na vida pessoal, eles merecem muitas felicidades. Andreza é uma referência e soluções e excelência no rel

Inveja – Como se livrar desse mal?

Liberdade de ser feliz sem se vender, principalmente, fiado?

Bem-vindo.

Bem-vinda.

 

Abril termina com as duas perguntas no ar.

Mãe chega materno.

E assim, que sabe...

 

O poder paralelo está cristalizado. Somente uma liderança descontaminada de inseguranças e proativa pode fazer frente à força dessa conjuntura, quase sempre formada por grupos de baixa competência e alta corrupção. A moeda utilizada por eles é potente e opressora: a inveja.

A história da humanidade se confunde com essa identidade. O ciúme depreciativo que apodreceu a relação de Caim e Abel alastrou-se, quase que, geneticamente. Todos os seres da espécie (dita) humana, em um momento na vida, já se viram tomados pelo desejo de possuir o que o outro tem. 

Pessoas, cronicamente, despeitadas encontram fonte de depreciação em tudo. E a presença delas corrói, seja qual for o cargo que ocupem, a relação que estabelecem... 

A massificação dos padrões contribui para a ilusão de que a cobiça oferece positividades. Ao contrário, ela simboliza o elemento mais complexo da chamada fadiga emocional labutar. E o indivíduo, vítima desses vampiros modernos, desgasta todo o potencial tentando evitar o ataque.

. Invejosos são dotados de um propósito e nada desvia essa determinação até conseguir o que planejam. Para isso entram na pista para negócios, vendem fácil a alma por valores módicos. São especialistas em barganha e conseguem identificar, a quilômetros, semelhantes para dar corpo aos planos maquiavélicos. 

Concentrados em manipulações ardilosas deixam rastros de erros e devastam o crescimento. Perseguidores natos implicam com qualquer um que fuja a regra de suas jogatinas, com aqueles que brilham naturalmente e com os que evitam participar da chamada “panela”. Agressivos, por baixa estima, investem pesado em arsenais para demarcar o território.

Quando são descobertos interpretam com maestria papeis na tentativa de simular e confundir as presas. São camaleões singulares. Mas deixam pistas de identificação. Elas estão nos olhares embaçados, nos sorrisos rosnados, nas falas repetitivas. Estão sempre denegrindo alguém, espreitados nos cantos em algum conchavo, naturalmente cercado por pessoas interesseiras, não falam diretamente porque usam comparsas para ludibriar e nunca estão felizes. Normalmente, as críticas são construídas a respeito do que jamais terão competência para ser.

É óbvio que ser invejoso faz mal. Todavia, as pessoas percebem esse tipo e quando o lucro fica estéril, o invejoso, com seu ouro de tolo, perde o potencial. Muitas vezes, parece que fazer tudo errado, dá certo, mas são somente aparências. E elas enganam.

Existem muitas maneiras para vencer esse tipo desumano. A maior delas é antiga e se chama compaixão. Mas nem adianta tentar, mesmo que com ludicidade, estender esse aprendizado ao algoz. Nem mesmo soletrando nas vivências do cotidiano, haveria compreensão.  Grandes morreram sob a falsa égide de invejosos. E, sobreviver, exige atitude.

 

Não se contamine;

Junte-se aos bons;

Não crie sentimentos negativos, prefira a educação valorosa;

Seja perfeito para quem te ama, te admira, te recomenda;

Esvazie as fofocas;

Aprenda a ser nobre, doce, sincero.

Assuma a gentileza, o respeito, o papel de aprendiz.

Perca a irritabilidade com os desprovidos de coração.

 

E, se mesmo assim for convocado para o campo de batalhas, lembre-se: a luta entre o bem o mal jamais vai terminar. A questão é escolher de que lado quer ficar. Da falta de certezas que nos atingem, uma ninguém duvida: validade é para produtos. Então, o que se apresenta como derrota hoje, pode, na verdade, ser um passaporte para dias com pessoas melhores.

Quando se reconhece que viver é para poucos, adota-se a elegância de continuar com desapego. A verdade está no coração de cada um. Ninguém alcança. O outro será sempre um expectador. A vida, como sentimos, só acontece dentro de nós. E se tiver que dar alguma resposta, apenas seja poético. Nessa hora Mário Quintana tem uma boa sugestão: “Todos estes que aí estão atravancando o meu caminho, eles passarão. Eu, passarinho!”

Viva a liberdade de ser feliz sem se vender, principalmente fiado! Por dias com menos inveja, mais lucidez e vitórias do bem.

 

Fabiana Silbor é Professora Universitária, especialista em Gestão Empresarial, Marketing e Comunicação

 

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